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	<title>HORM &#8211; Hospital de Olhos Rui Marinho</title>
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		<title>Lentes de contato: guia completo para usar com segurança e cuidar da saúde dos olhos </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 14:13:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[lentes de contato]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba como usar lentes de contato com segurança, quais cuidados adotar na higiene, o que evitar e quando procurar avaliação oftalmológica.</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/lentes-de-contato-guia-uso-seguro/">Lentes de contato: guia completo para usar com segurança e cuidar da saúde dos olhos </a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Usar lentes de contato pode trazer praticidade para a rotina, liberdade para praticar atividades físicas e uma alternativa aos óculos para muitas pessoas. Com o tempo, colocar e retirar as lentes pode se tornar um hábito tão comum quanto escovar os dentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E é exatamente por se tornar parte da rotina que o ato merece atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o uso se torna automático, alguns cuidados podem começar a ser flexibilizados: dormir algumas horas com as lentes, prolongar o prazo de troca, entrar no banho sem retirá-las ou deixar de higienizar corretamente o estojo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As lentes ficam em contato direto com a superfície dos olhos. Por isso, a escolha adequada, a higiene, o tempo de uso e o acompanhamento oftalmológico são importantes para manter conforto e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste guia, você vai entender os principais cuidados para usar lentes de contato e reconhecer situações em que é importante procurar um oftalmologista.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/09/03-1024x576.webp" alt="" class="wp-image-26938" srcset="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/09/03-1024x576.webp 1024w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/09/03-300x169.webp 300w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/09/03-768x432.webp 768w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/09/03-1536x864.webp 1536w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/09/03.webp 1672w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que são lentes de contato?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As lentes de contato são dispositivos ópticos posicionados diretamente sobre a superfície dos olhos. Elas podem ser utilizadas para corrigir alterações como miopia, hipermetropia, astigmatismo e presbiopia, além de terem indicações específicas em determinadas condições oculares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes materiais, formatos e modalidades de descarte. A escolha depende das características dos olhos, da necessidade de correção visual, da rotina e de outros fatores avaliados pelo oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma lente que funciona bem para uma pessoa não necessariamente será a opção adequada para outra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem pode usar lentes de contato?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas podem utilizar lentes de contato, mas a indicação deve considerar as características individuais dos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de iniciar o uso, é importante avaliar aspectos como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>grau necessário para correção da visão;</li>



<li>formato e condições da córnea;</li>



<li>qualidade da lágrima;</li>



<li>saúde da superfície ocular;</li>



<li>rotina e necessidades do paciente;</li>



<li>capacidade de seguir corretamente os cuidados de higiene e conservação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com olho seco, alergias, alterações da córnea ou outras condições oculares podem precisar de cuidados específicos ou de outro tipo de lente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação oftalmológica ajuda a determinar se o uso é indicado e qual opção é mais adequada para cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os principais tipos de lentes de contato?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diferentes tipos de lentes, desenvolvidos para necessidades distintas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>lentes gelatinosas</strong> são amplamente utilizadas e costumam oferecer adaptação confortável. Podem apresentar diferentes períodos de descarte, de acordo com o modelo e a orientação do fabricante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As <strong>lentes rígidas gás-permeáveis</strong> possuem características diferentes das gelatinosas e podem ser indicadas em determinadas condições refrativas ou alterações da córnea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também existem lentes desenvolvidas para necessidades específicas, como correção de determinados graus, presbiopia ou condições corneanas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo ideal não deve ser escolhido apenas pela preferência pessoal ou pelo preço. A decisão precisa considerar as características dos olhos e a indicação profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a adaptação da lente de contato é importante?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Adaptar uma lente não significa apenas descobrir qual grau permite enxergar melhor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O oftalmologista precisa avaliar como a lente se comporta sobre o olho, se apresenta ajuste adequado, se proporciona boa qualidade visual e se é compatível com as condições da superfície ocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante esse processo, também são fornecidas orientações sobre colocação, retirada, higienização, conservação e tempo de uso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma adaptação adequada contribui para conforto, qualidade da visão e segurança durante o uso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como usar lentes de contato com segurança?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns cuidados precisam fazer parte da rotina de quem utiliza lentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lave e seque bem as mãos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de colocar ou retirar as lentes, lave as mãos com água e sabonete e seque-as completamente com uma toalha limpa e que não solte fiapos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Manipular as lentes com as mãos sujas aumenta o risco de levar microrganismos e resíduos para os olhos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Faça a higienização correta</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o tipo de lente exige limpeza e armazenamento, utilize apenas a solução recomendada para essa finalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Água da torneira, saliva e outros líquidos não devem ser utilizados para limpar ou armazenar lentes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Respeite o prazo de troca</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Uma lente indicada para determinado período de descarte não deve continuar sendo utilizada indefinidamente apenas porque ainda parece confortável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O material sofre alterações com o uso e pode acumular depósitos. Respeitar o período recomendado faz parte do uso seguro.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Cuide do estojo</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O estojo também precisa de atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele deve ser higienizado conforme a orientação recebida, mantido limpo e seco quando não estiver sendo utilizado e substituído periodicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reaproveitar continuamente a solução que ficou no recipiente também não é uma prática adequada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Não compartilhe lentes</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Lentes de contato são de uso individual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Compartilhá-las pode favorecer a transmissão de microrganismos e expor os olhos a riscos desnecessários.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pode dormir com lente de contato?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">De modo geral, <strong>não se deve dormir com lentes de contato, salvo quando houver indicação específica para uma lente aprovada para esse regime de uso e orientação profissional</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o sono, a quantidade de oxigênio disponível para a córnea já diminui naturalmente. Permanecer com determinadas lentes durante esse período pode aumentar o risco de complicações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cochilar com as lentes também merece atenção. O fato de ser um período menor não torna automaticamente a prática segura.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você costuma adormecer com as lentes, converse com seu oftalmologista sobre sua rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pode tomar banho ou entrar na piscina usando lentes?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O contato das lentes com água deve ser evitado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>chuveiro;</li>



<li>piscina;</li>



<li>mar;</li>



<li>banheira;</li>



<li>água da torneira.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A água pode conter microrganismos capazes de aderir à lente e entrar em contato prolongado com a superfície ocular, aumentando o risco de infecções.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse assunto merece atenção especial. Por isso, teremos um conteúdo específico do Setembro Safira explicando <strong>por que lente de contato e água não combinam e quais cuidados adotar no banho, na piscina e no mar</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lente de contato pode ser limpa com água da torneira?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Água da torneira não substitui as soluções próprias para higienização e conservação das lentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não é recomendado utilizar saliva para umedecê-las ou limpá-las.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Siga as orientações específicas para o tipo de lente que você utiliza e os produtos recomendados para sua conservação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo posso ficar com a lente de contato?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe um número de horas que possa ser aplicado da mesma maneira a todas as pessoas e a todos os tipos de lente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tempo adequado depende do material, da modalidade de uso, das condições dos olhos e da orientação recebida durante a adaptação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sensação de conforto também não deve ser utilizada como único critério para prolongar o uso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você não sabe por quanto tempo pode utilizar suas lentes, confirme essa informação com o profissional responsável pelo acompanhamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais erros são comuns entre usuários de lentes?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos problemas começam em hábitos aparentemente pequenos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dormir com as lentes, ultrapassar o prazo de descarte, manipulá-las sem higienizar as mãos, utilizar produtos inadequados, permitir contato com água e descuidar do estojo são exemplos frequentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro comportamento que merece atenção é continuar utilizando a lente mesmo quando o olho começa a apresentar desconforto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o Setembro Safira, vamos aprofundar esse assunto no conteúdo <strong>“7 erros comuns no uso de lentes de contato que podem prejudicar seus olhos”</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber se a lente de contato está causando algum problema?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma lente bem adaptada não deve provocar dor persistente ou alterações importantes na visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns sinais merecem atenção:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>dor nos olhos;</li>



<li>vermelhidão persistente;</li>



<li>ardência intensa;</li>



<li>sensação de corpo estranho;</li>



<li>sensibilidade à luz;</li>



<li>secreção;</li>



<li>lacrimejamento excessivo;</li>



<li>visão embaçada ou redução da qualidade visual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Diante desses sintomas, insistir no uso da lente pode agravar o problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Retire as lentes e procure orientação oftalmológica, especialmente quando houver dor, sensibilidade à luz ou alteração da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Teremos também um artigo específico sobre <strong>como reconhecer os sinais de alerta durante o uso de lentes de contato</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Posso usar qualquer colírio com lentes de contato?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todo colírio pode ser utilizado enquanto as lentes estão nos olhos, e produtos diferentes possuem indicações distintas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Usar um colírio por conta própria para aliviar vermelhidão ou desconforto pode mascarar sintomas e atrasar a investigação da causa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você precisa utilizar colírios com frequência, converse com o oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem usa lentes precisa continuar consultando o oftalmologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enxergar bem e sentir conforto com as lentes não significa que o acompanhamento deixou de ser necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante as consultas, o oftalmologista pode avaliar a córnea, a superfície ocular, a lágrima e a adaptação das lentes, além de verificar se continuam adequadas para as necessidades do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças nos olhos e na rotina também podem exigir ajustes ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem utiliza lentes regularmente, acompanhamento faz parte do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Lentes de contato e saúde ocular: cuidado precisa ser rotina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A praticidade das lentes pode fazer com que, depois de algum tempo, o usuário deixe de pensar nelas como algo que está em contato direto com os olhos durante várias horas do dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>É por isso que a rotina de cuidados importa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Higienizar corretamente as mãos e as lentes, respeitar os períodos de uso e descarte, evitar contato com água e reconhecer rapidamente sinais de alerta são atitudes que ajudam a reduzir riscos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você usa lentes de contato ou pensa em começar, a avaliação oftalmológica permite verificar as condições dos seus olhos, orientar a adaptação e acompanhar sua saúde ocular ao longo do tempo.</p>
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		<title>HORM leva cuidado e orientação sobre saúde ocular a ações externas em BH</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/horm-leva-cuidado-e-orientacao-sobre-saude-ocular-a-acoes-externas-em-bh/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Aug 2026 14:57:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativas realizadas na Record TV Minas e na sede da Receita Federal de BH reuniram avaliações, orientações e uma palestra sobre catarata e cuidados com a visão.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM)</strong> promoveu, em agosto, duas ações externas em Belo Horizonte, levando avaliações e orientações a trabalhadores da <a href="https://recordminas.tv.br/">Record TV Minas</a> e a servidores e trabalhadores terceirizados da <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br">Receita Federal</a> em BH, beneficiários da <a href="http://www.assefaz.org.br/">Fundação ASSEFAZ</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 21 de agosto, na sede da Record TV Minas, a iniciativa integrou a programação da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT). Cerca de 80 pessoas participaram das avaliações realizadas pela equipe do Hospital e receberam orientações sobre cuidados com a visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante essas iniciativas, a equipe do HORM realiza procedimentos de triagem, como a autorrefração, que auxilia na identificação de possíveis alterações refrativas, a medição da pressão intraocular e a aferição da pressão arterial. Os resultados não possuem fins diagnósticos e servem como uma avaliação inicial, permitindo orientar os participantes sobre a necessidade de buscar acompanhamento médico quando alguma alteração é identificada.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31.webp"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" data-id="26793" src="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31-576x1024.webp" alt="" class="wp-image-26793" style="aspect-ratio:9/16" srcset="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31-576x1024.webp 576w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31-169x300.webp 169w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31-768x1365.webp 768w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31-864x1536.webp 864w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/HORM-acao-Record-Minas-31.webp 900w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /></a></figure>
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<h2 class="wp-block-heading">Informação e prevenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nos dias <strong>12 e 26 de agosto</strong>, o HORM esteve na sede da Receita Federal em BH com a Fundação ASSEFAZ, parceira do Hospital, em uma atividade voltada a servidores e trabalhadores terceirizados beneficiários da entidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além das avaliações, a programação contou com uma palestra ministrada por <strong>Karina Santos Pereira</strong>, coordenadora assistencial do Hospital de Olhos Rui Marinho.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-4 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Palestra-Assefaz-HORM-30.jpeg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1600" data-id="26817" src="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Palestra-Assefaz-HORM-30.jpeg" alt="" class="wp-image-26817" style="aspect-ratio:1" srcset="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Palestra-Assefaz-HORM-30.jpeg 1200w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Palestra-Assefaz-HORM-30-225x300.jpeg 225w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Palestra-Assefaz-HORM-30-768x1024.jpeg 768w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Palestra-Assefaz-HORM-30-1152x1536.jpeg 1152w" sizes="(max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></figure>



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<p class="wp-block-paragraph">A apresentação abordou a importância do acompanhamento da visão e teve como um dos temas o Agosto Cinza, campanha de conscientização sobre a catarata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo Karina, apesar de campanhas relacionadas a diferentes áreas da saúde já fazerem parte do cotidiano, os cuidados com os olhos ainda recebem menos atenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<em>A gente vê muitas campanhas de saúde ao longo do ano, mas ainda fala pouco sobre os olhos. E a visão está presente em praticamente tudo o que fazemos. Por isso, esse cuidado também precisa fazer parte da nossa rotina</em>”, destacou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a palestra, Karina também explicou que algumas mudanças na visão acontecem de forma gradual. No caso da catarata, essa progressão pode fazer com que a pessoa se acostume às alterações e demore a perceber a perda de qualidade visual.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-5 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
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<h2 class="wp-block-heading">Perguntas aproximaram o tema da rotina dos participantes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final da apresentação, os participantes puderam esclarecer dúvidas sobre uso de telas, catarata, procedimentos cirúrgicos e outros cuidados relacionados à visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação do público reforçou um dos objetivos das ações externas do HORM: criar oportunidades para falar sobre prevenção, esclarecer dúvidas e chamar atenção para alterações que muitas vezes são percebidas apenas quando já interferem no dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com iniciativas realizadas em empresas e instituições, o Hospital mantém o contato com diferentes públicos também fora de suas unidades e leva informação sobre saúde dos olhos a ambientes em que essas conversas nem sempre acontecem.</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm-leva-cuidado-e-orientacao-sobre-saude-ocular-a-acoes-externas-em-bh/">HORM leva cuidado e orientação sobre saúde ocular a ações externas em BH</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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		<title>HORM apresenta nova plataforma cirúrgica UNITY em encontro com corpo clínico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:05:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Realizado em parceria com a Alcon, encontro reuniu especialistas em catarata e retina para apresentação, atualização técnica e preparação para o uso da nova tecnologia adquirida pelo hospital</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm-apresenta-nova-plataforma-cirurgica-unity-em-encontro-com-corpo-clinico/">HORM apresenta nova plataforma cirúrgica UNITY em encontro com corpo clínico</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM)</strong> reuniu médicos das equipes de <strong>catarata</strong> e <strong>retina</strong>, no dia <strong>18 de agosto</strong>, para o lançamento da nova plataforma cirúrgica <strong>UNITY</strong>, recentemente adquirida pelo hospital. Realizado em parceria com a <strong><a href="https://www.alcon.com/pt-BR/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alcon</a></strong>, no <em>Pobre Juan, no DiamondMall</em>, em Belo Horizonte, o encontro marcou uma das etapas de preparação do corpo clínico para a incorporação da tecnologia à rotina do centro cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a programação, os especialistas conheceram as principais mudanças, atualizações e recursos disponíveis para as cirurgias de catarata e vitreorretinianas, além de esclarecer dúvidas e discutir a aplicação da nova plataforma na prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a diretora executiva do HORM, <strong>Dra. Denise Pardini Marinho</strong>, o encontro teve o objetivo de aproximar os cirurgiões da tecnologia antes do início de sua utilização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong><em>Apresentamos as principais mudanças, novidades e atualizações que o equipamento oferece aos cirurgiões, tanto na área de retina quanto na catarata. Foi um encontro muito proveitoso, com uma equipe engajada, participando e tirando dúvidas</em></strong>”, destaca.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma parceria construída ao longo de mais de 20 anos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento também reforçou uma relação de longa data entre o Hospital de Olhos Rui Marinho e a Alcon. Segundo a Dra. Denise, a parceria entre as instituições já ultrapassa duas décadas e acompanha diferentes momentos da evolução tecnológica do hospital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A preparação para a utilização da UNITY continuará após o encontro. Cada cirurgião terá acompanhamento no primeiro dia de uso da plataforma, com treinamento voltado à configuração de parâmetros de acordo com sua prática cirúrgica.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cuidado faz parte da forma como o HORM conduz a incorporação de novas tecnologias: o investimento no equipamento é acompanhado pela atualização dos profissionais que estarão diretamente envolvidos em sua utilização.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais controle e previsibilidade na cirurgia de catarata</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para o <strong>Dr. Luis Fernando Nominato</strong>, a chegada da UNITY representa uma evolução importante na cirurgia de catarata, principalmente pela integração de diferentes recursos em uma única plataforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles, o médico destaca o <strong>Intelligent Fluidics</strong>, que permite controle mais preciso e independente da pressão intraocular, do fluxo e da aspiração, contribuindo para a estabilidade da câmara anterior durante a cirurgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro recurso apontado é o <strong>4D Phaco</strong>, desenvolvido para aumentar a eficiência na fragmentação e remoção do núcleo com menor utilização de energia ultrassônica. A plataforma também reúne tecnologias como o <strong>Intelligent Sentry</strong>, relacionado ao controle do surge, e o <strong>Thermal Sentry</strong>, voltado ao monitoramento da temperatura na região da incisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para ele, o diferencial está justamente na integração desses recursos. “<strong><em>O grande diferencial não está em um único recurso, mas na integração dessas tecnologias, proporcionando ao cirurgião maior controle, eficiência e previsibilidade durante diferentes etapas da cirurgia</em></strong>”, explica o Dr. Luis Fernando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução também pode repercutir na experiência do paciente. Segundo o especialista, maior estabilidade durante o procedimento, controle dos fluidos e uso mais eficiente da energia ultrassônica criam condições para uma cirurgia mais controlada e previsível, além de favorecer uma recuperação adequada no período pós-operatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O médico ressalta, no entanto, que tecnologia e experiência precisam caminhar juntas. “<strong><em>A tecnologia é uma ferramenta dentro de um conjunto de fatores: a indicação correta, o planejamento individualizado e a experiência do cirurgião continuam sendo fundamentais para o resultado final.</em></strong>”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Um novo recurso para as cirurgias de retina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na área de retina, a incorporação da UNITY também amplia os recursos disponíveis aos especialistas do HORM.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o <strong>Dr. Felipe Pardini Marinho</strong>, a chegada da plataforma representa um marco na evolução tecnológica do hospital e reforça uma trajetória que busca associar experiência médica às tecnologias disponíveis para o cuidado oftalmológico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A possibilidade de reunir em uma mesma plataforma recursos para cirurgias vitreorretinianas e de catarata é um dos aspectos destacados pelo especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong><em>Para o cirurgião de retina, isso significa trabalhar com uma tecnologia mais moderna, com maior estabilidade nos passos cirúrgicos e capacidade de resposta durante etapas delicadas da cirurgia</em></strong>”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma especialidade na qual pequenas diferenças de controle e estabilidade podem assumir grande importância durante um procedimento, esses recursos acrescentam novas possibilidades à atuação do cirurgião e ao fluxo do centro cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Dr. Felipe, todo esse avanço tem um objetivo muito claro: oferecer tratamentos cada vez mais seguros, eficientes e individualizados, sempre considerando as particularidades de cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Tecnologia é cuidado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A aquisição da UNITY integra um novo momento de investimentos do HORM em sua estrutura assistencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a Dra. Denise, a escolha pela nova plataforma está ligada à busca por procedimentos cada vez mais controlados, delicados e seguros, com recursos que podem contribuir para menor trauma cirúrgico e uma recuperação pós-operatória mais adequada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a chegada de um novo equipamento ao hospital não termina com sua instalação. Ela envolve capacitação, adaptação dos profissionais, conhecimento dos recursos disponíveis e integração à rotina das equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É nessa combinação que o HORM concentra sua estratégia: utilizar a tecnologia como instrumento para ampliar as possibilidades da medicina, sem dissociá-la da experiência e da atuação de seus especialistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Dr. Felipe, esse movimento também ajuda a traduzir o momento vivido pelo hospital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“<strong><em>A incorporação da UNITY representa mais um passo na história do Hospital de Olhos Rui Marinho. Preservamos a tradição e a experiência construídas ao longo dos anos, mas seguimos investindo continuamente em inovação</em></strong>”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro com o corpo clínico marcou uma nova etapa para o HORM: a incorporação de uma tecnologia que amplia os recursos disponíveis às equipes médicas e fortalece a qualidade do cuidado oferecido aos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm-apresenta-nova-plataforma-cirurgica-unity-em-encontro-com-corpo-clinico/">HORM apresenta nova plataforma cirúrgica UNITY em encontro com corpo clínico</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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		<title>Do diagnóstico à cirurgia: HORM amplia estrutura tecnológica com dois novos equipamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[catarata]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[Retina]]></category>
		<category><![CDATA[vitreorretinianos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São tecnologias de ponta, de alto investimento, que colocam o hospital entre os centros mais avançados do país em diagnóstico e cirurgia de retina</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM)</strong> acaba de reforçar sua estrutura com a aquisição de dois equipamentos que atuam em momentos diferentes e complementares da assistência oftalmológica: o <a href="https://www.optos.com/products/california/"><strong>California</strong></a>, da <a href="https://www.optos.com/"><strong>Optos</strong></a>, sistema de imagem de campo ultra amplo da retina, e o <a href="https://www.myalcon.com/professional/surgical/unity-vcs-cs/"><strong>UNITY VCS</strong></a>, da <a href="https://www.alcon.com/pt-BR/"><strong>Alcon</strong></a>, plataforma cirúrgica voltada a procedimentos de <strong>catarata</strong> e <strong>vitreorretinianos</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">São tecnologias de ponta, de <strong>alto investimento</strong>, que colocam o HORM entre os centros mais avançados do país em diagnóstico e cirurgia de retina. A aquisição acompanha o movimento de atualização contínua do HORM e, especialmente, o fortalecimento de sua atuação na área de retina. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a <strong>Dra. Denise Pardini Marinho</strong>, especialista em retina e diretora executiva do hospital, investir em tecnologia é uma decisão que precisa estar diretamente ligada à prática médica: &#8220;<strong><em>O Hospital Rui Marinho está sempre investindo em tecnologia para melhorar os métodos diagnósticos. É um esforço operacional muito grande.</em></strong>&#8220;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma visão muito mais ampla da retina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <em>California</em> produz imagens de campo ultra amplo da retina: em uma única captura, registra até 200 graus — cerca de 82% da retina, incluindo regiões centrais e periféricas, em menos de meio segundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É essa capacidade de alcançar a periferia que torna o equipamento particularmente valioso. Há alterações que se manifestam na região central do olho, mas outras surgem ou dão seus primeiros sinais em áreas periféricas, cuja documentação completa é um desafio nos sistemas convencionais. &#8220;<em><strong>Com esse equipamento, aumentamos nossa capacidade diagnóstica, melhoramos o acompanhamento das doenças e a verificação dos resultados após o tratamento. Isso inclui até a compreensão do próprio paciente sobre sua condição: ele consegue ver o &#8216;antes&#8217; e o &#8216;depois&#8217; e constatar a melhora do seu quadro</strong></em>&#8220;, explica Dra. Denise.</p>



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</figure>



<p class="wp-block-paragraph">Imagens de retina obtida com o California (Optos), equipamento de última geração que compõe a nova estrutura tecnológica do HORM.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando enxergar a periferia faz diferença</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as aplicações destacadas estão as roturas e degenerações periféricas da retina, que em determinados casos podem preceder um descolamento de retina. A imagem permite registrar localização e extensão dessas alterações e acompanhar o paciente após o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há ainda um ganho na relação com o paciente: em vez de depender só da explicação verbal, o médico passa a mostrar exatamente o que encontrou — e o resultado do tratamento. Isso cria um histórico visual do caso, comparável ao longo do tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diabetes e outras alterações vasculares</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O California também realiza angiografia fluoresceínica, exame que avalia a circulação sanguínea da retina através de um corante administrado por via intravenosa. O recurso auxilia na investigação de alterações relacionadas a diabetes, hipertensão, oclusões vasculares e outras condições que afetam a circulação retiniana — inclusive doenças sistêmicas, já que os vasos da retina podem ser observados diretamente durante o exame. &#8220;Detecção precoce de alteração vascular causada pelo diabetes&#8221;, resume a especialista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação por imagem ganha importância especial em doenças crônicas, tratamentos a laser e acompanhamento pós-cirúrgico — inclusive para médicos que não atuam diretamente como especialistas em retina e já demonstram interesse em encaminhar pacientes para o exame. &#8220;Dá muita informação, dá muita segurança para o médico&#8221;, resume Dra. Denise.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Do diagnóstico ao centro cirúrgico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se o California qualifica o olhar sobre a retina, o UNITY VCS leva o avanço para a etapa seguinte: uma plataforma integrada da Alcon para cirurgias de segmento anterior e posterior do olho, reunindo em um único sistema os recursos para catarata e para procedimentos vitreorretinianos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Unity-1024x576.png" alt="" class="wp-image-26323" srcset="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Unity-1024x576.png 1024w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Unity-300x169.png 300w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Unity-768x432.png 768w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Unity-1536x864.png 1536w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/08/Unity.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os destaques estão o <strong>Intelligent Fluidics</strong>, que controla pressão e fluxo durante o procedimento, e o HyperVit, vitrector capaz de atingir até 30 mil cortes por minuto, segundo a fabricante. São especificações técnicas que apontam para um mesmo propósito: colocar nas mãos do cirurgião uma nova geração de recursos dentro do centro cirúrgico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Dois equipamentos, um mesmo movimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Juntos, os dois investimentos ganham dimensão maior: um amplia a visualização, a documentação e o acompanhamento de doenças da retina; o outro entra no centro cirúrgico, onde parte dessas doenças precisará ser tratada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem não vive a rotina da oftalmologia, termos como campo ultra amplo, angiografia fluoresceínica ou facoemulsificação podem soar distantes. Mas <strong>o benefício é simples de entender: mais informação para o médico avaliar o caso, mais recursos para documentar o que está sendo visto, e tecnologia de ponta para conduzir o tratamento</strong>, sem substituir o julgamento clínico, mas ampliando o que está ao seu alcance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um investimento que se materializa em equipamentos de alto custo e tecnologia de referência internacional, mas que revela sobretudo a direção que o Rui Marinho pretende seguir: unir estrutura, experiência e tecnologia para continuar evoluindo a assistência oferecida a cada paciente.</p>
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		<title>Depois dos 40 anos, a visão começa a mudar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 15:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Retina]]></category>
		<category><![CDATA[visão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A partir dos 40 anos, é comum perceber mudanças na visão. Algumas fazem parte do envelhecimento natural dos olhos, enquanto outras podem indicar doenças que merecem atenção. Entenda o que muda nessa fase da vida e como preservar a saúde ocular</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Chegar aos 40 anos costuma trazer pequenas mudanças que fazem parte do envelhecimento natural do organismo. Com os olhos não é diferente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas começam a perceber que precisam afastar o celular para conseguir ler, sentem mais dificuldade para enxergar letras pequenas ou notam que ambientes com pouca iluminação exigem um esforço maior da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora essas mudanças sejam comuns, elas não significam que toda alteração visual deva ser encarada como consequência da idade. Algumas podem indicar doenças que, quando identificadas precocemente, apresentam melhores possibilidades de acompanhamento e tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, essa fase da vida também representa um momento importante para reforçar os cuidados com a saúde ocular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que acontece com os olhos a partir dos 40 anos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo da vida, diversas estruturas dos olhos sofrem alterações naturais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais mudanças ocorre no <strong>cristalino</strong>, a lente natural localizada dentro do olho. Com o passar dos anos, ele perde parte da flexibilidade, tornando mais difícil focar em objetos próximos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, outras estruturas também envelhecem gradualmente, o que pode influenciar a qualidade da visão, a produção de lágrimas e aumentar o risco de algumas <strong>doenças oculares</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas mudanças acontecem de forma lenta e variam de uma pessoa para outra.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Vista cansada: a primeira mudança que muita gente percebe</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A dificuldade para enxergar de perto costuma ser a alteração mais comum após os 40 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecida como <strong><em>presbiopia</em></strong>, ou popularmente como <strong>vista cansada</strong>, essa condição faz parte do envelhecimento natural do cristalino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os primeiros sinais costumam incluir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>necessidade de afastar o celular ou o livro para conseguir ler;</li>



<li>dificuldade para visualizar letras pequenas;</li>



<li>necessidade de mais iluminação durante a leitura;</li>



<li>sensação de cansaço visual após atividades de perto.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja uma condição esperada nessa fase da vida, somente uma avaliação oftalmológica pode confirmar se a dificuldade está realmente relacionada à presbiopia ou se existe outra causa associada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Nem toda dificuldade para enxergar faz parte da idade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos equívocos mais comuns.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É verdade que algumas alterações visuais fazem parte do envelhecimento. No entanto, utilizar a idade como explicação para qualquer mudança na visão pode atrasar o diagnóstico de doenças importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Visão embaçada persistente, perda de campo visual, distorção das imagens, flashes de luz ou aparecimento repentino de manchas diante dos olhos não devem ser considerados &#8220;normais&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sempre que houver uma mudança significativa na forma de enxergar, é recomendável procurar avaliação oftalmológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais doenças passam a ser mais frequentes depois dos 40 anos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O envelhecimento aumenta a probabilidade de algumas doenças oculares, embora isso <strong>não signifique que elas irão necessariamente ocorrer.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer essas condições ajuda a compreender por que o acompanhamento periódico se torna ainda mais importante nessa fase da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Catarata</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/catarata-primeiros-sintomas-tratamento-e-quando-procurar-um-oftalmologista/"><strong>catarata</strong></a> acontece quando o cristalino perde sua transparência de forma gradual, deixando a visão progressivamente mais embaçada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sintomas mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>visão nublada;</li>



<li>maior sensibilidade à luz;</li>



<li>dificuldade para dirigir à noite;</li>



<li>necessidade frequente de trocar os óculos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento oftalmológico permite avaliar sua evolução e indicar o momento mais adequado para o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Glaucoma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/maio-verde-por-que-o-glaucoma-exige-atencao-mesmo-sem-sintomas/"><strong>glaucoma</strong></a> é uma doença que pode comprometer o nervo óptico de maneira silenciosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas fases iniciais, normalmente não provoca sintomas perceptíveis. Por isso, muitas pessoas descobrem a doença apenas durante exames de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando não diagnosticado precocemente, pode causar perda permanente do campo visual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doenças da retina</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/retina-o-que-e-quais-doencas-podem-afeta-la-e-quando-procurar-um-especialista/"><strong>retina</strong></a> também merece atenção especial após os 40 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Condições como a degeneração macular relacionada à idade, a retinopatia diabética e outras alterações podem comprometer a qualidade da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas evoluem lentamente, enquanto outras exigem avaliação rápida diante de sintomas como flashes de luz, aumento repentino das moscas volantes ou perda súbita da visão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Olho seco</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Com o envelhecimento, é comum ocorrer redução na qualidade e na quantidade da lágrima produzida pelos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode provocar sintomas como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ardência;</li>



<li>sensação de areia nos olhos;</li>



<li>vermelhidão;</li>



<li>visão que oscila ao longo do dia;</li>



<li>desconforto durante o uso de telas ou em ambientes com ar-condicionado.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento depende da causa e deve ser orientado pelo oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais exames passam a ser importantes depois dos 40 anos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo quando a visão parece normal, a consulta oftalmológica continua sendo a principal forma de acompanhar a saúde dos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o atendimento, o oftalmologista avalia cada paciente individualmente e define quais exames são necessários de acordo com a idade, o histórico de saúde, os sintomas e os fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exames que podem ser indicados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>medida da pressão intraocular;</li>



<li>mapeamento de retina;</li>



<li>Tomografia de Coerência Óptica (OCT);</li>



<li>retinografia;</li>



<li>campimetria visual;</li>



<li>biometria, quando indicada;</li>



<li>outros exames complementares, conforme a necessidade.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as pessoas precisam realizar todos esses exames. A indicação sempre depende da avaliação médica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Com que frequência devo consultar um oftalmologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma única resposta para todos os pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A frequência das consultas varia conforme fatores como idade, presença de doenças sistêmicas, histórico familiar e alterações já diagnosticadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De forma geral, após os 40 anos, manter acompanhamento oftalmológico periódico torna-se ainda mais importante, mesmo para quem acredita enxergar bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, doenças como glaucoma e retinopatia diabética podem evoluir sem causar sintomas nas fases iniciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem precisa de acompanhamento mais frequente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas pessoas apresentam maior risco para doenças oculares e podem necessitar de consultas mais regulares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre elas estão pacientes com:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diabetes;</li>



<li>hipertensão arterial;</li>



<li>alta miopia;</li>



<li>histórico familiar de glaucoma;</li>



<li>histórico familiar de doenças da retina;</li>



<li>uso prolongado de corticoides;</li>



<li>doenças autoimunes, quando houver comprometimento ocular.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, seguir a periodicidade recomendada pelo oftalmologista é fundamental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Hábitos que ajudam a preservar a visão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O envelhecimento faz parte da vida, mas alguns hábitos contribuem para manter a saúde ocular por mais tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar consultas oftalmológicas periódicas;</li>



<li>controlar diabetes, hipertensão e colesterol;</li>



<li>utilizar óculos de sol com proteção contra radiação ultravioleta;</li>



<li>manter alimentação equilibrada;</li>



<li>evitar o tabagismo;</li>



<li>fazer pausas durante o uso prolongado de telas;</li>



<li>procurar avaliação sempre que notar mudanças na visão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Pequenas atitudes ao longo dos anos ajudam a preservar a qualidade da visão e favorecem o diagnóstico precoce de diferentes doenças.</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<h2 class="wp-block-heading">Envelhecer bem também significa cuidar melhor da visão</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois dos 40 anos, algumas mudanças na visão fazem parte do envelhecimento natural dos olhos. Outras, porém, podem indicar doenças que merecem atenção e acompanhamento especializado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A boa notícia é que muitas dessas condições podem ser identificadas precocemente durante consultas e exames oftalmológicos de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde ocular nessa fase da vida é investir em autonomia, qualidade de vida e bem-estar para os próximos anos. Quanto mais cedo as alterações são identificadas, maiores são as possibilidades de acompanhamento e tratamento quando necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Catarata: primeiros sintomas, tratamento e quando procurar um oftalmologista</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/catarata-primeiros-sintomas-tratamento-e-quando-procurar-um-oftalmologista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 11:25:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A catarata costuma evoluir lentamente e os primeiros sinais nem sempre são percebidos. Entenda como ela começa, quais sintomas merecem atenção e quando procurar um oftalmologista.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A catarata é uma das alterações oculares mais conhecidas e também uma das principais causas de redução da visão, especialmente com o avanço da idade. Apesar disso, ainda existem muitas dúvidas sobre como ela surge, quais são seus primeiros sintomas e em que momento é necessário procurar um oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a catarata raramente aparece de forma repentina. Na maioria dos casos, ela evolui lentamente e os primeiros sinais podem ser discretos, sendo facilmente confundidos com mudanças naturais da idade ou com a necessidade de trocar os óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução gradual faz com que algumas pessoas convivam durante meses — ou até anos — com uma redução progressiva da visão antes de buscar atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer os primeiros sintomas ajuda a procurar avaliação no momento adequado e permite acompanhar a evolução da catarata de forma segura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A catarata é uma condição em que o cristalino — lente natural localizada dentro do olho — perde gradualmente sua transparência, dificultando a passagem da luz e comprometendo a qualidade da visão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cristalino funciona como uma lente que ajuda a focalizar as imagens. Quando ele se torna opaco, a visão passa a ficar progressivamente embaçada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja mais comum com o envelhecimento, a catarata também pode estar relacionada a outros fatores, como traumas, doenças sistêmicas, uso prolongado de determinados medicamentos e alterações congênitas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a catarata começa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria das pessoas, a catarata começa de forma lenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início, muitas vezes a alteração é tão discreta que o paciente acredita que apenas está precisando trocar os óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar do tempo, o cristalino perde cada vez mais transparência e a visão começa a apresentar mudanças que passam a interferir nas atividades do dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, esperar uma perda importante da visão para procurar um oftalmologista não é o mais indicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Catarata e envelhecimento: toda perda de visão faz parte da idade?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É comum associar qualquer dificuldade para enxergar ao envelhecimento. Embora algumas mudanças visuais realmente ocorram com o passar dos anos, nem toda perda de qualidade da visão deve ser considerada &#8220;normal da idade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A catarata é um exemplo disso. Por evoluir lentamente, seus primeiros sintomas costumam ser confundidos com o processo natural de envelhecimento. Muitas pessoas acreditam que basta trocar os óculos ou aumentar a iluminação para continuar enxergando bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, quando a visão passa a ficar constantemente embaçada, dirigir à noite se torna mais difícil ou as cores parecem menos vivas, é importante procurar uma avaliação oftalmológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda alteração visual será causada pela catarata, mas apenas o exame realizado pelo oftalmologista pode identificar a origem do problema e indicar a melhor conduta para cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os primeiros sintomas da catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os primeiros sintomas costumam incluir visão embaçada, aumento da sensibilidade à luz, dificuldade para dirigir à noite, necessidade de trocar os óculos com frequência e percepção de cores menos vivas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as pessoas apresentam os mesmos sinais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas podem variar conforme o tipo de catarata e sua velocidade de evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as alterações mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>visão embaçada;</li>



<li>sensação de estar olhando através de um vidro embaçado;</li>



<li>dificuldade para enxergar em ambientes pouco iluminados;</li>



<li>maior incômodo com luzes fortes;</li>



<li>dificuldade para dirigir à noite;</li>



<li>necessidade frequente de atualizar o grau dos óculos;</li>



<li>perda gradual da nitidez das cores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas não confirmam o diagnóstico de catarata, mas justificam uma avaliação oftalmológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toda catarata precisa de cirurgia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não imediatamente. A necessidade da cirurgia depende do impacto que a catarata causa na visão e na qualidade de vida do paciente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estágios iniciais, algumas pessoas conseguem manter suas atividades normalmente apenas com acompanhamento periódico e atualização dos óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que a catarata evolui e passa a comprometer tarefas como leitura, trabalho, direção ou atividades do cotidiano, o oftalmologista pode indicar o tratamento cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão é individual e leva em consideração a avaliação clínica e as necessidades de cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe tratamento sem cirurgia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, não existem colírios, medicamentos ou exercícios capazes de eliminar a catarata ou devolver a transparência do cristalino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a catarata passa a comprometer significativamente a visão, a cirurgia é o tratamento capaz de substituir o cristalino opaco por uma lente intraocular artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, consultas periódicas são importantes para acompanhar a evolução da condição e identificar o momento mais adequado para o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a cirurgia de catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia consiste na remoção do cristalino que perdeu a transparência e na implantação de uma lente intraocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, trata-se de um procedimento amplamente realizado na oftalmologia, indicado após avaliação individual de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo de lente e o planejamento cirúrgico variam conforme as características dos olhos, as necessidades visuais e a orientação do oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(continua exatamente daqui na próxima resposta, sem repetir nada.)</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">A cirurgia de catarata é segura?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia de catarata é um dos procedimentos mais realizados na oftalmologia e apresenta elevados índices de sucesso quando bem indicada e conduzida por equipe especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como qualquer procedimento médico, ela exige avaliação individual, planejamento cirúrgico e acompanhamento pós-operatório. Por isso, todas as orientações devem ser discutidas com o oftalmologista responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que esperar a catarata &#8220;amadurecer&#8221;, o mais importante é avaliar como ela está impactando a visão e as atividades do paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo devo esperar para tratar a catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma dúvida muito comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não existe uma regra que determine um momento exato para operar a catarata. A decisão depende principalmente da avaliação médica e do quanto a redução da visão interfere na rotina da pessoa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a catarata ainda é discreta e apenas o acompanhamento é suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros, a perda da qualidade visual passa a dificultar atividades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ler;</li>



<li>trabalhar;</li>



<li>dirigir;</li>



<li>reconhecer pessoas à distância;</li>



<li>realizar tarefas do dia a dia com segurança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando isso acontece, o oftalmologista pode indicar que chegou o momento de realizar o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A catarata pode causar cegueira?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se não for acompanhada, a catarata pode evoluir progressivamente e provocar perda importante da visão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, isso não significa que toda catarata levará à cegueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, com diagnóstico, acompanhamento e tratamento no momento adequado, é possível evitar que a doença evolua até esse estágio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, consultas periódicas continuam sendo a melhor forma de acompanhar sua evolução.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível prevenir a catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todos os casos podem ser prevenidos, principalmente aqueles relacionados ao envelhecimento natural do cristalino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, alguns hábitos contribuem para a saúde ocular ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar consultas oftalmológicas periódicas;</li>



<li>controlar doenças como diabetes;</li>



<li>proteger os olhos da radiação ultravioleta quando indicado;</li>



<li>evitar o tabagismo;</li>



<li>manter hábitos saudáveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses cuidados ajudam a preservar a saúde dos olhos e permitem identificar alterações precocemente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um oftalmologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação oftalmológica é recomendada sempre que surgirem mudanças persistentes na qualidade da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante manter consultas periódicas, principalmente após os 60 anos ou quando houver fatores de risco associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure um oftalmologista se perceber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>visão embaçada persistente;</li>



<li>dificuldade para dirigir à noite;</li>



<li>aumento do ofuscamento por luzes;</li>



<li>necessidade frequente de trocar os óculos;</li>



<li>perda da nitidez das cores;</li>



<li>dificuldade crescente para realizar atividades que antes eram simples.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas podem estar relacionados à catarata, mas também podem indicar outras doenças oculares que necessitam de avaliação especializada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Enxergar bem faz diferença em todas as fases da vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A catarata faz parte do envelhecimento natural de muitas pessoas, mas isso não significa que a perda da visão deva ser encarada como algo inevitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo as alterações forem identificadas, mais tranquilidade existe para acompanhar a evolução da doença e definir, junto ao oftalmologista, o momento mais adequado para o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde ocular também significa preservar autonomia, segurança e qualidade de vida ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Antes de escolher onde cuidar da sua visão, faça estas 8 perguntas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consulta, exames ou cirurgia: conhecer alguns critérios antes de escolher onde cuidar da saúde ocular ajuda a tomar uma decisão mais consciente e aumenta a segurança durante todo o tratamento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Escolher onde cuidar da saúde dos olhos costuma gerar dúvidas. Afinal, existem consultórios, clínicas, hospitais especializados e diferentes profissionais oferecendo consultas, exames e cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, nem sempre a decisão deve ser baseada apenas na localização ou na facilidade para conseguir um horário. Dependendo da necessidade do paciente, outros fatores podem fazer diferença durante o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que exista um único modelo ideal de atendimento. Cada situação é diferente. Mas conhecer alguns critérios ajuda a fazer uma escolha mais consciente e aumenta a segurança durante todo a jornada de cuidados com a visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de marcar uma consulta, realizar um exame ou programar uma cirurgia, vale a pena responder às perguntas abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. O profissional possui experiência na área que você precisa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A oftalmologia reúne diferentes áreas de atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/">médicos</a> que se dedicam principalmente à retina, catarata, córnea, glaucoma, estrabismo, oftalmologia pediátrica, cirurgia refrativa, entre outras especialidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quando existe uma necessidade específica, procurar um profissional com experiência naquela área pode fazer diferença no diagnóstico e no planejamento do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. O local realiza os exames necessários?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre somente uma consulta é suficiente para esclarecer todas as dúvidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do caso, o oftalmologista pode solicitar <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/servicos/exames">exames complementares</a> para confirmar um diagnóstico ou acompanhar uma doença ocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando consultas e exames podem ser realizados no mesmo local, o processo costuma ser mais ágil e confortável para o paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a integração entre equipe médica e exames facilita o acompanhamento da evolução clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Existe estrutura para diferentes tipos de tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns pacientes precisam apenas de acompanhamento periódico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros podem necessitar de outros <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/servicos/procedimentos">procedimentos</a>, pequenas intervenções ou <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/servicos/cirurgias">cirurgias</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, vale observar se o serviço possui estrutura para oferecer diferentes modalidades de tratamento quando elas forem indicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso evita deslocamentos desnecessários e contribui para uma continuidade mais organizada do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Como funciona o acompanhamento após consultas e procedimentos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado com a visão não termina quando a consulta acaba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, o acompanhamento é parte importante do tratamento, permitindo avaliar resultados, ajustar condutas e acompanhar a evolução do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender como esse processo funciona ajuda a evitar dúvidas futuras e oferece mais segurança durante todo o atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. A equipe esclarece suas dúvidas com clareza?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Receber informações claras faz parte do trabalho e dos cuidados necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O paciente deve compreender o diagnóstico, conhecer as opções de tratamento, entender os benefícios e limitações de cada conduta e participar das decisões relacionadas à própria saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa comunicação fortalece a relação entre médico e paciente e contribui para um tratamento mais tranquilo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. O serviço reúne diferentes especialidades?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas doenças oculares exigem acompanhamento multidisciplinar dentro da própria oftalmologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando diferentes especialistas atuam de forma integrada, torna-se mais fácil discutir casos, encaminhar pacientes e oferecer um cuidado mais completo quando necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa integração também favorece pacientes que apresentam mais de uma condição ocular ao mesmo tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. A tecnologia está a serviço do diagnóstico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Equipamentos modernos representam um importante apoio para o oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles permitem realizar exames com maior detalhamento, acompanhar a evolução de diversas doenças e contribuir para decisões clínicas mais precisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a tecnologia deve ser entendida como uma ferramenta complementar. A avaliação médica continua sendo essencial para interpretar os resultados e definir a melhor conduta para cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. Você se sente seguro para continuar o tratamento naquele local?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Talvez esta seja a pergunta mais importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da estrutura física, dos equipamentos e da experiência da equipe, a confiança também faz parte da qualidade do atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sentir-se acolhido, compreender as orientações recebidas e perceber organização durante todas as etapas contribui para que o paciente participe do tratamento com mais tranquilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de onde cuidar da visão envolve aspectos técnicos, mas também passa pela confiança construída ao longo do atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Hospital, clínica ou consultório: existe uma opção melhor?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada serviço possui características próprias e pode atender diferentes necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, um consultório é suficiente para o acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros, a disponibilidade de exames, diferentes especialidades ou estrutura cirúrgica pode facilitar o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais importante é avaliar se o local escolhido oferece os recursos necessários para a sua necessidade naquele momento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Como escolher um bom oftalmologista?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Observe a formação, experiência, área de atuação, clareza nas orientações e a confiança transmitida durante o atendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vale a pena fazer consulta e exames no mesmo local?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando possível, isso costuma facilitar o diagnóstico, reduzir deslocamentos e tornar o acompanhamento mais organizado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hospital de olhos é melhor que clínica oftalmológica?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma resposta única. A escolha depende da necessidade do paciente e da estrutura oferecida para cada situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A tecnologia faz diferença na oftalmologia?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Equipamentos modernos auxiliam no diagnóstico e no acompanhamento de diversas doenças, sempre associados à avaliação realizada pelo oftalmologista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Posso escolher o local da cirurgia apenas pelo preço?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O custo é um dos fatores envolvidos na decisão, mas não deve ser o único. Experiência da equipe, estrutura, segurança e acompanhamento também merecem ser considerados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolher bem também faz parte do seu autocuidado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde ocular começa antes mesmo da consulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buscar informações, esclarecer dúvidas e conhecer os critérios que ajudam a avaliar um serviço de oftalmologia permite tomar decisões mais conscientes e aumenta a confiança durante todo o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente da necessidade — s<em>eja uma consulta de rotina, um exame específico ou uma cirurgia</em> — escolher um local que ofereça estrutura, equipe qualificada e acompanhamento adequado representa um passo importante para preservar a saúde da visão.</p>
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		<item>
		<title>Retina: o que é, quais doenças podem afetá-la e quando procurar um especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 04:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retina é responsável por transformar a luz em imagens. Alterações nessa estrutura podem afetar a visão e, muitas vezes, evoluem de forma silenciosa. Entenda sua função, conheça os  sinais de alerta e saiba quando procurar um médico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você provavelmente já ouviu falar da retina durante uma consulta oftalmológica ou ao pesquisar sobre alguma doença dos olhos. Mas poucas pessoas sabem que é ela a responsável por transformar a luz em tudo o que enxergamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler um livro, reconhecer um rosto, dirigir, assistir a um filme ou admirar uma paisagem só é possível porque essa estrutura trabalha continuamente, enviando ao cérebro as informações que formarão as imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dessa importância, muitas doenças da retina evoluem de forma silenciosa. Em diversos casos, os primeiros sintomas aparecem apenas quando a visão já começou a ser comprometida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, conhecer a função da retina e reconhecer os sinais de alerta é um passo importante para preservar a saúde ocular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a retina, afinal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A retina é uma fina camada de tecido localizada na parte interna do olho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela funciona como um sensor altamente especializado, responsável por captar a luz que atravessa as demais estruturas oculares e transformá-la em impulsos nervosos. Essas informações seguem pelo nervo óptico até o cérebro, onde são interpretadas como imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem uma retina saudável, mesmo que a córnea, o cristalino e as demais estruturas estejam funcionando corretamente, a visão pode ficar comprometida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a função da retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A retina funciona como uma central de processamento da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela <strong>capta a luz</strong> que entra pelos olhos e a <strong>transforma em impulsos elétricos que percorrem o nervo óptico até o cérebro.</strong> É somente nesse momento que conseguimos interpretar formas, cores, movimentos e detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da retina existe uma região chamada mácula, responsável pela visão central e pelas imagens mais nítidas. É ela que utilizamos para ler, dirigir, reconhecer pessoas e realizar atividades que exigem precisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando alguma doença compromete a retina ou a mácula, a qualidade da visão pode diminuir de diferentes formas, dependendo da região afetada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais doenças podem afetar a retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas condições podem comprometer a retina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>descolamento de retina;</li>



<li>retinopatia diabética;</li>



<li>degeneração macular relacionada à idade (DMRI);</li>



<li>edema macular;</li>



<li>membrana epirretiniana;</li>



<li>buraco macular;</li>



<li>oclusões vasculares da retina.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada uma apresenta causas, evolução e tratamentos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas surgem lentamente e passam despercebidas por muito tempo. Outras podem provocar alterações repentinas e exigem avaliação imediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, qualquer mudança importante na visão merece investigação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais sintomas podem indicar alterações na retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda doença da retina provoca sintomas logo no início. Quando aparecem, os sinais podem variar bastante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mais comuns são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>visão embaçada;</strong></li>



<li><strong>linhas que parecem tortas;</strong></li>



<li><strong>dificuldade para enxergar detalhes;</strong></li>



<li><strong>manchas escuras no campo visual;</strong></li>



<li><strong>flashes de luz;</strong></li>



<li><strong>aumento repentino das chamadas moscas volantes;</strong></li>



<li><strong>sensação de uma sombra cobrindo parte da visão.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que esses sintomas <strong>não confirmam um diagnóstico</strong>, mas indicam que é importante <strong>procurar avaliação oftalmológica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Moscas volantes sempre são motivo de preocupação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As moscas volantes são pequenos pontos, fios ou manchas que parecem flutuar diante dos olhos. Em muitas pessoas, elas fazem parte do envelhecimento natural do vítreo, uma substância gelatinosa localizada dentro do olho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, quando surgem de <strong>forma repentina</strong>, aumentam rapidamente em quantidade ou aparecem acompanhadas de flashes luminosos, podem estar relacionadas a alterações importantes da retina, como rasgos ou descolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, a avaliação oftalmológica deve ser realizada o quanto antes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem precisa acompanhar a saúde da retina com mais frequência?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora qualquer pessoa possa desenvolver doenças da retina, alguns grupos apresentam maior risco e devem manter acompanhamento periódico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas com <strong>diabetes</strong>;</li>



<li>pacientes com <strong>hipertensão arterial</strong>;</li>



<li>pessoas com <strong>alta miopia</strong>;</li>



<li><strong>idosos</strong>;</li>



<li>pessoas com <strong>histórico familiar de doenças da retina</strong>;</li>



<li>pacientes que <strong>já passaram por algumas cirurgias oculares</strong>, quando orientado pelo oftalmologista.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mas vale lembrar que, mesmo quem não faz parte desses grupos deve procurar avaliação <strong>sempre que perceber alterações persistentes na visão.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Diabetes pode afetar a retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diabetes pode comprometer os pequenos vasos sanguíneos da retina, causando uma condição conhecida como <strong>retinopatia diabética</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estágios iniciais, ela pode não provocar sintomas. Por isso, pessoas com diabetes devem manter acompanhamento oftalmológico periódico, mesmo quando acreditam estar enxergando normalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico precoce permite acompanhar a evolução da doença e indicar o tratamento mais adequado quando necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais exames ajudam a avaliar a retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a consulta, o oftalmologista define quais exames são necessários de acordo com os sintomas, o histórico de saúde e a suspeita clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exames mais utilizados para avaliar a retina estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mapeamento de retina</strong>, que permite uma avaliação ampla do fundo do olho;</li>



<li><strong>Tomografia de Coerência Óptica (OCT)</strong>, utilizada para analisar as diferentes camadas da retina em alta resolução;</li>



<li><strong>Retinografia</strong>, que registra imagens da retina e auxilia no acompanhamento de diversas doenças;</li>



<li><strong>Angio-OCT</strong> e outros exames complementares, quando há necessidade de uma investigação mais detalhada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada exame possui uma finalidade específica e nem todos são necessários para todos os pacientes. A escolha depende da avaliação realizada pelo oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As doenças da retina têm tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas doenças da retina podem ser controladas ou tratadas, principalmente quando identificadas precocemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conduta varia conforme o diagnóstico e pode envolver apenas acompanhamento periódico, tratamentos clínicos, aplicações intraoculares, procedimentos a laser ou cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o mais importante não é tentar identificar sozinho qual doença está causando os sintomas, mas procurar avaliação especializada para receber o diagnóstico correto e definir o tratamento mais adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar atendimento imediatamente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas alterações visuais não devem esperar a próxima consulta de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure atendimento oftalmológico o quanto antes se perceber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>perda súbita da visão;</strong></li>



<li><strong>aumento repentino das moscas volantes;</strong></li>



<li><strong>flashes intensos de luz;</strong></li>



<li><strong>sensação de uma sombra ou cortina cobrindo parte da visão;</strong></li>



<li><strong>distorção importante das imagens.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas podem estar relacionados a alterações que necessitam de avaliação rápida para reduzir o risco de perda visual permanente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível prevenir doenças da retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as doenças da retina podem ser evitadas. Mas, alguns cuidados ajudam a preservar a saúde ocular e favorecem o diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar consultas oftalmológicas periódicas;</li>



<li>controlar doenças como diabetes e hipertensão;</li>



<li>seguir corretamente os tratamentos indicados pelo médico;</li>



<li>procurar avaliação sempre que surgirem alterações na visão;</li>



<li>manter hábitos saudáveis ao longo da vida.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção começa pelo acompanhamento regular. Em muitos casos, alterações importantes podem ser identificadas antes mesmo do aparecimento dos sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidar da retina é preservar a forma como você enxerga o mundo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das doenças da retina pode evoluir de forma silenciosa. Esperar que os sintomas apareçam nem sempre é a melhor estratégia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consultas oftalmológicas periódicas, especialmente para pessoas com fatores de risco, permitem identificar alterações precocemente e ampliar as possibilidades de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão acompanha praticamente todos os momentos da vida. Cuidar da retina é uma forma de preservar essa experiência hoje e no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/retina-o-que-e-quais-doencas-podem-afeta-la-e-quando-procurar-um-especialista/">Retina: o que é, quais doenças podem afetá-la e quando procurar um especialista</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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		<title>Férias escolares: por que este pode ser o melhor momento para levar seu filho ao oftalmologista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde ocular infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As férias escolares podem ser uma oportunidade para cuidar da saúde ocular das crianças sem interferir na rotina de estudos. Entenda por que esse período é indicado para realizar uma avaliação oftalmológica.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As férias escolares costumam ser associadas ao descanso, viagens e momentos em família. Mas esse período também pode ser uma excelente oportunidade para colocar alguns cuidados com a saúde em dia, incluindo a saúde dos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a rotina das aulas, provas e atividades extracurriculares, muitas famílias conseguem agendar consultas com mais tranquilidade. Além disso, caso seja necessário realizar exames complementares ou iniciar o uso de óculos, a criança terá tempo para se adaptar antes do retorno às aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é que nem sempre as crianças conseguem perceber ou comunicar dificuldades para enxergar. Em muitos casos, alterações visuais passam despercebidas e só são identificadas quando começam a interferir no aprendizado, na leitura ou nas atividades do dia a dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que as férias escolares são um bom momento para uma avaliação oftalmológica?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As férias escolares costumam ser um período favorável para realizar uma consulta oftalmológica infantil porque permitem que a criança seja avaliada com tranquilidade, sem prejuízo da rotina escolar e com tempo para a realização de exames, quando necessários.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o oftalmologista identifique alguma alteração visual, esse período também facilita a adaptação a novos óculos ou ao tratamento indicado antes do início do próximo semestre letivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os pais conseguem acompanhar a consulta com mais calma, esclarecer dúvidas e observar melhor o comportamento visual dos filhos durante as férias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crianças precisam passar por avaliação mesmo sem apresentar sintomas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim. Algumas alterações na visão podem evoluir sem que a criança perceba ou consiga explicar o que está acontecendo. Por isso, consultas preventivas são importantes mesmo quando não há queixas aparentes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum que crianças se adaptem às limitações visuais e acreditem que enxergar daquela maneira seja normal. Muitas vezes, apenas durante uma avaliação oftalmológica é possível identificar alterações que ainda não provocaram sintomas evidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo essas alterações são identificadas, maiores são as possibilidades de acompanhamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais sinais merecem atenção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns comportamentos podem indicar que a criança precisa de uma avaliação oftalmológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproximar-se muito da televisão, do celular ou dos livros;</li>



<li>dificuldade para enxergar a lousa na escola;</li>



<li>dores de cabeça frequentes após atividades de leitura;</li>



<li>coçar os olhos constantemente;</li>



<li>sensibilidade excessiva à luz;</li>



<li>fechar um dos olhos para enxergar melhor;</li>



<li>baixo rendimento escolar associado à dificuldade visual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A presença desses sinais não significa, necessariamente, que exista uma doença ocular, mas indica a importância de uma avaliação especializada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a avaliação oftalmológica infantil?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta oftalmológica é adaptada à idade e às necessidades de cada criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a avaliação, o médico pode realizar testes para verificar a acuidade visual, observar o desenvolvimento dos olhos e identificar alterações que possam comprometer a visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando necessário, também podem ser indicados exames complementares para uma investigação mais detalhada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe uma idade certa para levar a criança ao oftalmologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação pode variar conforme cada caso e deve considerar fatores como histórico familiar, orientação do pediatra e desenvolvimento da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo na ausência de sintomas, avaliações oftalmológicas ao longo da infância são importantes para acompanhar o desenvolvimento visual e identificar alterações precocemente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A visão influencia o aprendizado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim. A visão participa diretamente de atividades como leitura, escrita, interpretação de imagens e concentração. Alterações visuais podem dificultar o processo de aprendizagem quando não são identificadas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre a criança consegue relacionar essas dificuldades à visão. Em alguns casos, pais e professores percebem apenas mudanças no rendimento escolar ou na atenção durante as aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, cuidar da saúde ocular também faz parte do desenvolvimento infantil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um oftalmologista antes mesmo das férias?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas situações merecem avaliação independentemente da época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure orientação quando a criança apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>queixas frequentes sobre dificuldade para enxergar;</li>



<li>dores de cabeça recorrentes;</li>



<li>estrabismo;</li>



<li>hábito frequente de coçar os olhos;</li>



<li>histórico familiar de doenças oculares;</li>



<li>qualquer mudança percebida na qualidade da visão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, não é necessário esperar o período de férias para buscar atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aproveitar as férias também é cuidar da saúde</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As férias representam uma pausa na rotina, mas também podem ser um momento para investir em cuidados que fazem diferença no dia a dia da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma avaliação oftalmológica preventiva contribui para identificar alterações precocemente e permite que o próximo semestre escolar comece com mais conforto visual, segurança e qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Com que idade a criança deve fazer a primeira consulta oftalmológica?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A idade pode variar conforme orientação do pediatra e do oftalmologista, além da presença de fatores de risco ou alterações percebidas pelos pais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criança que não reclama da visão também precisa de avaliação?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Algumas alterações visuais não provocam sintomas evidentes e só são identificadas durante a consulta oftalmológica.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dificuldade escolar pode estar relacionada à visão?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode. Alterações visuais podem interferir na leitura, na escrita, na atenção e no aprendizado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O uso de telas pode causar cansaço visual nas crianças?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso prolongado de telas pode provocar desconforto visual, principalmente quando realizado sem pausas ou em ambientes inadequados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>É melhor fazer exame de vista durante as férias?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As férias costumam facilitar o agendamento de consultas e oferecem mais tempo para realizar exames e adaptar-se a eventuais tratamentos antes do retorno às aulas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidar da visão para a volta às aulas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se faz algum tempo que seu filho não realiza uma avaliação oftalmológica, as férias escolares podem ser uma boa oportunidade para incluir esse cuidado na rotina da família. A prevenção continua sendo uma das melhores formas de acompanhar o desenvolvimento da visão ao longo da infância.</p>
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		<title>HORM abre novas oportunidades de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospital está com vagas abertas para as áreas de exames, farmácia hospitalar e atendimento, reforçando seu compromisso com a excelência no cuidado à saúde ocular.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM) está com novas oportunidades para profissionais que desejam fazer parte de uma instituição que une conhecimento técnico, trabalho em equipe e compromisso com a qualidade da assistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vagas contemplam diferentes áreas do hospital e refletem o crescimento contínuo da instituição, que busca pessoas comprometidas em contribuir para uma experiência segura, acolhedora e eficiente em cada etapa da jornada do paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vagas disponíveis</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Técnico de Exames (CLT)</strong></li>



<li><strong>Estagiário de Farmácia Hospitalar</strong></li>



<li><strong>Atendente de Call Center (CLT)</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As oportunidades oferecem benefícios compatíveis com cada modalidade de contratação e a possibilidade de desenvolvimento profissional em uma instituição referência em oftalmologia em Belo Horizonte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como se candidatar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse <strong>hospitalruimarinho.com.br/vagas</strong> para conferir os requisitos, benefícios e demais informações de cada oportunidade em nossa plataforma oficial de recrutamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você conhece alguém com o perfil de uma dessas vagas, compartilhe esta oportunidade.</p>



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