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	<title>HORM &#8211; Hospital de Olhos Rui Marinho</title>
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	<title>HORM &#8211; Hospital de Olhos Rui Marinho</title>
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	<item>
		<title>Catarata: primeiros sintomas, tratamento e quando procurar um oftalmologista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 11:25:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças oculares]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Visão e Qualidade de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A catarata costuma evoluir lentamente e os primeiros sinais nem sempre são percebidos. Entenda como ela começa, quais sintomas merecem atenção e quando procurar um oftalmologista.</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/catarata-primeiros-sintomas-tratamento-e-quando-procurar-um-oftalmologista/">Catarata: primeiros sintomas, tratamento e quando procurar um oftalmologista</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A catarata é uma das alterações oculares mais conhecidas e também uma das principais causas de redução da visão, especialmente com o avanço da idade. Apesar disso, ainda existem muitas dúvidas sobre como ela surge, quais são seus primeiros sintomas e em que momento é necessário procurar um oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contrário do que muitas pessoas imaginam, a catarata raramente aparece de forma repentina. Na maioria dos casos, ela evolui lentamente e os primeiros sinais podem ser discretos, sendo facilmente confundidos com mudanças naturais da idade ou com a necessidade de trocar os óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa evolução gradual faz com que algumas pessoas convivam durante meses — ou até anos — com uma redução progressiva da visão antes de buscar atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Conhecer os primeiros sintomas ajuda a procurar avaliação no momento adequado e permite acompanhar a evolução da catarata de forma segura.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A catarata é uma condição em que o cristalino — lente natural localizada dentro do olho — perde gradualmente sua transparência, dificultando a passagem da luz e comprometendo a qualidade da visão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O cristalino funciona como uma lente que ajuda a focalizar as imagens. Quando ele se torna opaco, a visão passa a ficar progressivamente embaçada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja mais comum com o envelhecimento, a catarata também pode estar relacionada a outros fatores, como traumas, doenças sistêmicas, uso prolongado de determinados medicamentos e alterações congênitas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a catarata começa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na maioria das pessoas, a catarata começa de forma lenta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início, muitas vezes a alteração é tão discreta que o paciente acredita que apenas está precisando trocar os óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o passar do tempo, o cristalino perde cada vez mais transparência e a visão começa a apresentar mudanças que passam a interferir nas atividades do dia a dia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, esperar uma perda importante da visão para procurar um oftalmologista não é o mais indicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Catarata e envelhecimento: toda perda de visão faz parte da idade?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É comum associar qualquer dificuldade para enxergar ao envelhecimento. Embora algumas mudanças visuais realmente ocorram com o passar dos anos, nem toda perda de qualidade da visão deve ser considerada &#8220;normal da idade&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A catarata é um exemplo disso. Por evoluir lentamente, seus primeiros sintomas costumam ser confundidos com o processo natural de envelhecimento. Muitas pessoas acreditam que basta trocar os óculos ou aumentar a iluminação para continuar enxergando bem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, quando a visão passa a ficar constantemente embaçada, dirigir à noite se torna mais difícil ou as cores parecem menos vivas, é importante procurar uma avaliação oftalmológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda alteração visual será causada pela catarata, mas apenas o exame realizado pelo oftalmologista pode identificar a origem do problema e indicar a melhor conduta para cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os primeiros sintomas da catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os primeiros sintomas costumam incluir visão embaçada, aumento da sensibilidade à luz, dificuldade para dirigir à noite, necessidade de trocar os óculos com frequência e percepção de cores menos vivas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as pessoas apresentam os mesmos sinais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas podem variar conforme o tipo de catarata e sua velocidade de evolução.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as alterações mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>visão embaçada;</li>



<li>sensação de estar olhando através de um vidro embaçado;</li>



<li>dificuldade para enxergar em ambientes pouco iluminados;</li>



<li>maior incômodo com luzes fortes;</li>



<li>dificuldade para dirigir à noite;</li>



<li>necessidade frequente de atualizar o grau dos óculos;</li>



<li>perda gradual da nitidez das cores.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas não confirmam o diagnóstico de catarata, mas justificam uma avaliação oftalmológica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toda catarata precisa de cirurgia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não imediatamente. A necessidade da cirurgia depende do impacto que a catarata causa na visão e na qualidade de vida do paciente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estágios iniciais, algumas pessoas conseguem manter suas atividades normalmente apenas com acompanhamento periódico e atualização dos óculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">À medida que a catarata evolui e passa a comprometer tarefas como leitura, trabalho, direção ou atividades do cotidiano, o oftalmologista pode indicar o tratamento cirúrgico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão é individual e leva em consideração a avaliação clínica e as necessidades de cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe tratamento sem cirurgia?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, não existem colírios, medicamentos ou exercícios capazes de eliminar a catarata ou devolver a transparência do cristalino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando a catarata passa a comprometer significativamente a visão, a cirurgia é o tratamento capaz de substituir o cristalino opaco por uma lente intraocular artificial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, consultas periódicas são importantes para acompanhar a evolução da condição e identificar o momento mais adequado para o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a cirurgia de catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia consiste na remoção do cristalino que perdeu a transparência e na implantação de uma lente intraocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, trata-se de um procedimento amplamente realizado na oftalmologia, indicado após avaliação individual de cada paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tipo de lente e o planejamento cirúrgico variam conforme as características dos olhos, as necessidades visuais e a orientação do oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>(continua exatamente daqui na próxima resposta, sem repetir nada.)</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">A cirurgia de catarata é segura?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cirurgia de catarata é um dos procedimentos mais realizados na oftalmologia e apresenta elevados índices de sucesso quando bem indicada e conduzida por equipe especializada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como qualquer procedimento médico, ela exige avaliação individual, planejamento cirúrgico e acompanhamento pós-operatório. Por isso, todas as orientações devem ser discutidas com o oftalmologista responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que esperar a catarata &#8220;amadurecer&#8221;, o mais importante é avaliar como ela está impactando a visão e as atividades do paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quanto tempo devo esperar para tratar a catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma dúvida muito comum.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não existe uma regra que determine um momento exato para operar a catarata. A decisão depende principalmente da avaliação médica e do quanto a redução da visão interfere na rotina da pessoa.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, a catarata ainda é discreta e apenas o acompanhamento é suficiente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros, a perda da qualidade visual passa a dificultar atividades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>ler;</li>



<li>trabalhar;</li>



<li>dirigir;</li>



<li>reconhecer pessoas à distância;</li>



<li>realizar tarefas do dia a dia com segurança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Quando isso acontece, o oftalmologista pode indicar que chegou o momento de realizar o tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A catarata pode causar cegueira?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Se não for acompanhada, a catarata pode evoluir progressivamente e provocar perda importante da visão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, isso não significa que toda catarata levará à cegueira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, com diagnóstico, acompanhamento e tratamento no momento adequado, é possível evitar que a doença evolua até esse estágio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, consultas periódicas continuam sendo a melhor forma de acompanhar sua evolução.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível prevenir a catarata?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todos os casos podem ser prevenidos, principalmente aqueles relacionados ao envelhecimento natural do cristalino.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo assim, alguns hábitos contribuem para a saúde ocular ao longo da vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar consultas oftalmológicas periódicas;</li>



<li>controlar doenças como diabetes;</li>



<li>proteger os olhos da radiação ultravioleta quando indicado;</li>



<li>evitar o tabagismo;</li>



<li>manter hábitos saudáveis.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses cuidados ajudam a preservar a saúde dos olhos e permitem identificar alterações precocemente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um oftalmologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação oftalmológica é recomendada sempre que surgirem mudanças persistentes na qualidade da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante manter consultas periódicas, principalmente após os 60 anos ou quando houver fatores de risco associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure um oftalmologista se perceber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>visão embaçada persistente;</li>



<li>dificuldade para dirigir à noite;</li>



<li>aumento do ofuscamento por luzes;</li>



<li>necessidade frequente de trocar os óculos;</li>



<li>perda da nitidez das cores;</li>



<li>dificuldade crescente para realizar atividades que antes eram simples.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas podem estar relacionados à catarata, mas também podem indicar outras doenças oculares que necessitam de avaliação especializada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Enxergar bem faz diferença em todas as fases da vida</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A catarata faz parte do envelhecimento natural de muitas pessoas, mas isso não significa que a perda da visão deva ser encarada como algo inevitável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo as alterações forem identificadas, mais tranquilidade existe para acompanhar a evolução da doença e definir, junto ao oftalmologista, o momento mais adequado para o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde ocular também significa preservar autonomia, segurança e qualidade de vida ao longo dos anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Antes de escolher onde cuidar da sua visão, faça estas 8 perguntas</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/antes-de-escolher-onde-cuidar-da-sua-visao-faca-estas-8-perguntas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Consulta, exames ou cirurgia: conhecer alguns critérios antes de escolher onde cuidar da saúde ocular ajuda a tomar uma decisão mais consciente e aumenta a segurança durante todo o tratamento.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Escolher onde cuidar da saúde dos olhos costuma gerar dúvidas. Afinal, existem consultórios, clínicas, hospitais especializados e diferentes profissionais oferecendo consultas, exames e cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, nem sempre a decisão deve ser baseada apenas na localização ou na facilidade para conseguir um horário. Dependendo da necessidade do paciente, outros fatores podem fazer diferença durante o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que exista um único modelo ideal de atendimento. Cada situação é diferente. Mas conhecer alguns critérios ajuda a fazer uma escolha mais consciente e aumenta a segurança durante todo a jornada de cuidados com a visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de marcar uma consulta, realizar um exame ou programar uma cirurgia, vale a pena responder às perguntas abaixo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">1. O profissional possui experiência na área que você precisa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A oftalmologia reúne diferentes áreas de atuação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/">médicos</a> que se dedicam principalmente à retina, catarata, córnea, glaucoma, estrabismo, oftalmologia pediátrica, cirurgia refrativa, entre outras especialidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, quando existe uma necessidade específica, procurar um profissional com experiência naquela área pode fazer diferença no diagnóstico e no planejamento do tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">2. O local realiza os exames necessários?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre somente uma consulta é suficiente para esclarecer todas as dúvidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do caso, o oftalmologista pode solicitar <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/servicos/exames">exames complementares</a> para confirmar um diagnóstico ou acompanhar uma doença ocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando consultas e exames podem ser realizados no mesmo local, o processo costuma ser mais ágil e confortável para o paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a integração entre equipe médica e exames facilita o acompanhamento da evolução clínica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">3. Existe estrutura para diferentes tipos de tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns pacientes precisam apenas de acompanhamento periódico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros podem necessitar de outros <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/servicos/procedimentos">procedimentos</a>, pequenas intervenções ou <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/servicos/cirurgias">cirurgias</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, vale observar se o serviço possui estrutura para oferecer diferentes modalidades de tratamento quando elas forem indicadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso evita deslocamentos desnecessários e contribui para uma continuidade mais organizada do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">4. Como funciona o acompanhamento após consultas e procedimentos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado com a visão não termina quando a consulta acaba.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, o acompanhamento é parte importante do tratamento, permitindo avaliar resultados, ajustar condutas e acompanhar a evolução do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender como esse processo funciona ajuda a evitar dúvidas futuras e oferece mais segurança durante todo o atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">5. A equipe esclarece suas dúvidas com clareza?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Receber informações claras faz parte do trabalho e dos cuidados necessários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O paciente deve compreender o diagnóstico, conhecer as opções de tratamento, entender os benefícios e limitações de cada conduta e participar das decisões relacionadas à própria saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma boa comunicação fortalece a relação entre médico e paciente e contribui para um tratamento mais tranquilo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">6. O serviço reúne diferentes especialidades?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas doenças oculares exigem acompanhamento multidisciplinar dentro da própria oftalmologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando diferentes especialistas atuam de forma integrada, torna-se mais fácil discutir casos, encaminhar pacientes e oferecer um cuidado mais completo quando necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa integração também favorece pacientes que apresentam mais de uma condição ocular ao mesmo tempo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">7. A tecnologia está a serviço do diagnóstico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Equipamentos modernos representam um importante apoio para o oftalmologista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Eles permitem realizar exames com maior detalhamento, acompanhar a evolução de diversas doenças e contribuir para decisões clínicas mais precisas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a tecnologia deve ser entendida como uma ferramenta complementar. A avaliação médica continua sendo essencial para interpretar os resultados e definir a melhor conduta para cada paciente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">8. Você se sente seguro para continuar o tratamento naquele local?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Talvez esta seja a pergunta mais importante.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da estrutura física, dos equipamentos e da experiência da equipe, a confiança também faz parte da qualidade do atendimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sentir-se acolhido, compreender as orientações recebidas e perceber organização durante todas as etapas contribui para que o paciente participe do tratamento com mais tranquilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de onde cuidar da visão envolve aspectos técnicos, mas também passa pela confiança construída ao longo do atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Hospital, clínica ou consultório: existe uma opção melhor?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada serviço possui características próprias e pode atender diferentes necessidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em alguns casos, um consultório é suficiente para o acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outros, a disponibilidade de exames, diferentes especialidades ou estrutura cirúrgica pode facilitar o diagnóstico, o tratamento e o acompanhamento do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O mais importante é avaliar se o local escolhido oferece os recursos necessários para a sua necessidade naquele momento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Como escolher um bom oftalmologista?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Observe a formação, experiência, área de atuação, clareza nas orientações e a confiança transmitida durante o atendimento.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Vale a pena fazer consulta e exames no mesmo local?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Quando possível, isso costuma facilitar o diagnóstico, reduzir deslocamentos e tornar o acompanhamento mais organizado.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Hospital de olhos é melhor que clínica oftalmológica?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não existe uma resposta única. A escolha depende da necessidade do paciente e da estrutura oferecida para cada situação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A tecnologia faz diferença na oftalmologia?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Equipamentos modernos auxiliam no diagnóstico e no acompanhamento de diversas doenças, sempre associados à avaliação realizada pelo oftalmologista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Posso escolher o local da cirurgia apenas pelo preço?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O custo é um dos fatores envolvidos na decisão, mas não deve ser o único. Experiência da equipe, estrutura, segurança e acompanhamento também merecem ser considerados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Escolher bem também faz parte do seu autocuidado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cuidar da saúde ocular começa antes mesmo da consulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Buscar informações, esclarecer dúvidas e conhecer os critérios que ajudam a avaliar um serviço de oftalmologia permite tomar decisões mais conscientes e aumenta a confiança durante todo o tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Independentemente da necessidade — s<em>eja uma consulta de rotina, um exame específico ou uma cirurgia</em> — escolher um local que ofereça estrutura, equipe qualificada e acompanhamento adequado representa um passo importante para preservar a saúde da visão.</p>
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		<title>Retina: o que é, quais doenças podem afetá-la e quando procurar um especialista</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/retina-o-que-e-quais-doencas-podem-afeta-la-e-quando-procurar-um-especialista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 04:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cirurgias Oftalmológicas]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Exames e diagnósticos]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Visão e Qualidade de Vida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A retina é responsável por transformar a luz em imagens. Alterações nessa estrutura podem afetar a visão e, muitas vezes, evoluem de forma silenciosa. Entenda sua função, conheça os  sinais de alerta e saiba quando procurar um médico</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você provavelmente já ouviu falar da retina durante uma consulta oftalmológica ou ao pesquisar sobre alguma doença dos olhos. Mas poucas pessoas sabem que é ela a responsável por transformar a luz em tudo o que enxergamos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ler um livro, reconhecer um rosto, dirigir, assistir a um filme ou admirar uma paisagem só é possível porque essa estrutura trabalha continuamente, enviando ao cérebro as informações que formarão as imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dessa importância, muitas doenças da retina evoluem de forma silenciosa. Em diversos casos, os primeiros sintomas aparecem apenas quando a visão já começou a ser comprometida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, conhecer a função da retina e reconhecer os sinais de alerta é um passo importante para preservar a saúde ocular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é a retina, afinal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A retina é uma fina camada de tecido localizada na parte interna do olho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela funciona como um sensor altamente especializado, responsável por captar a luz que atravessa as demais estruturas oculares e transformá-la em impulsos nervosos. Essas informações seguem pelo nervo óptico até o cérebro, onde são interpretadas como imagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem uma retina saudável, mesmo que a córnea, o cristalino e as demais estruturas estejam funcionando corretamente, a visão pode ficar comprometida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a função da retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A retina funciona como uma central de processamento da visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela <strong>capta a luz</strong> que entra pelos olhos e a <strong>transforma em impulsos elétricos que percorrem o nervo óptico até o cérebro.</strong> É somente nesse momento que conseguimos interpretar formas, cores, movimentos e detalhes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro da retina existe uma região chamada mácula, responsável pela visão central e pelas imagens mais nítidas. É ela que utilizamos para ler, dirigir, reconhecer pessoas e realizar atividades que exigem precisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando alguma doença compromete a retina ou a mácula, a qualidade da visão pode diminuir de diferentes formas, dependendo da região afetada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais doenças podem afetar a retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Diversas condições podem comprometer a retina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as principais estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>descolamento de retina;</li>



<li>retinopatia diabética;</li>



<li>degeneração macular relacionada à idade (DMRI);</li>



<li>edema macular;</li>



<li>membrana epirretiniana;</li>



<li>buraco macular;</li>



<li>oclusões vasculares da retina.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada uma apresenta causas, evolução e tratamentos diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas surgem lentamente e passam despercebidas por muito tempo. Outras podem provocar alterações repentinas e exigem avaliação imediata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, qualquer mudança importante na visão merece investigação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais sintomas podem indicar alterações na retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem toda doença da retina provoca sintomas logo no início. Quando aparecem, os sinais podem variar bastante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os mais comuns são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>visão embaçada;</strong></li>



<li><strong>linhas que parecem tortas;</strong></li>



<li><strong>dificuldade para enxergar detalhes;</strong></li>



<li><strong>manchas escuras no campo visual;</strong></li>



<li><strong>flashes de luz;</strong></li>



<li><strong>aumento repentino das chamadas moscas volantes;</strong></li>



<li><strong>sensação de uma sombra cobrindo parte da visão.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">É importante destacar que esses sintomas <strong>não confirmam um diagnóstico</strong>, mas indicam que é importante <strong>procurar avaliação oftalmológica.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Moscas volantes sempre são motivo de preocupação?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">As moscas volantes são pequenos pontos, fios ou manchas que parecem flutuar diante dos olhos. Em muitas pessoas, elas fazem parte do envelhecimento natural do vítreo, uma substância gelatinosa localizada dentro do olho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, quando surgem de <strong>forma repentina</strong>, aumentam rapidamente em quantidade ou aparecem acompanhadas de flashes luminosos, podem estar relacionadas a alterações importantes da retina, como rasgos ou descolamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessas situações, a avaliação oftalmológica deve ser realizada o quanto antes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem precisa acompanhar a saúde da retina com mais frequência?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora qualquer pessoa possa desenvolver doenças da retina, alguns grupos apresentam maior risco e devem manter acompanhamento periódico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas com <strong>diabetes</strong>;</li>



<li>pacientes com <strong>hipertensão arterial</strong>;</li>



<li>pessoas com <strong>alta miopia</strong>;</li>



<li><strong>idosos</strong>;</li>



<li>pessoas com <strong>histórico familiar de doenças da retina</strong>;</li>



<li>pacientes que <strong>já passaram por algumas cirurgias oculares</strong>, quando orientado pelo oftalmologista.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Mas vale lembrar que, mesmo quem não faz parte desses grupos deve procurar avaliação <strong>sempre que perceber alterações persistentes na visão.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Diabetes pode afetar a retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diabetes pode comprometer os pequenos vasos sanguíneos da retina, causando uma condição conhecida como <strong>retinopatia diabética</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estágios iniciais, ela pode não provocar sintomas. Por isso, pessoas com diabetes devem manter acompanhamento oftalmológico periódico, mesmo quando acreditam estar enxergando normalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico precoce permite acompanhar a evolução da doença e indicar o tratamento mais adequado quando necessário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais exames ajudam a avaliar a retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a consulta, o oftalmologista define quais exames são necessários de acordo com os sintomas, o histórico de saúde e a suspeita clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os exames mais utilizados para avaliar a retina estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mapeamento de retina</strong>, que permite uma avaliação ampla do fundo do olho;</li>



<li><strong>Tomografia de Coerência Óptica (OCT)</strong>, utilizada para analisar as diferentes camadas da retina em alta resolução;</li>



<li><strong>Retinografia</strong>, que registra imagens da retina e auxilia no acompanhamento de diversas doenças;</li>



<li><strong>Angio-OCT</strong> e outros exames complementares, quando há necessidade de uma investigação mais detalhada.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada exame possui uma finalidade específica e nem todos são necessários para todos os pacientes. A escolha depende da avaliação realizada pelo oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">As doenças da retina têm tratamento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas doenças da retina podem ser controladas ou tratadas, principalmente quando identificadas precocemente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conduta varia conforme o diagnóstico e pode envolver apenas acompanhamento periódico, tratamentos clínicos, aplicações intraoculares, procedimentos a laser ou cirurgias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o mais importante não é tentar identificar sozinho qual doença está causando os sintomas, mas procurar avaliação especializada para receber o diagnóstico correto e definir o tratamento mais adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar atendimento imediatamente?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas alterações visuais não devem esperar a próxima consulta de rotina.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure atendimento oftalmológico o quanto antes se perceber:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>perda súbita da visão;</strong></li>



<li><strong>aumento repentino das moscas volantes;</strong></li>



<li><strong>flashes intensos de luz;</strong></li>



<li><strong>sensação de uma sombra ou cortina cobrindo parte da visão;</strong></li>



<li><strong>distorção importante das imagens.</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses sintomas podem estar relacionados a alterações que necessitam de avaliação rápida para reduzir o risco de perda visual permanente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">É possível prevenir doenças da retina?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nem todas as doenças da retina podem ser evitadas. Mas, alguns cuidados ajudam a preservar a saúde ocular e favorecem o diagnóstico precoce.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>realizar consultas oftalmológicas periódicas;</li>



<li>controlar doenças como diabetes e hipertensão;</li>



<li>seguir corretamente os tratamentos indicados pelo médico;</li>



<li>procurar avaliação sempre que surgirem alterações na visão;</li>



<li>manter hábitos saudáveis ao longo da vida.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A prevenção começa pelo acompanhamento regular. Em muitos casos, alterações importantes podem ser identificadas antes mesmo do aparecimento dos sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidar da retina é preservar a forma como você enxerga o mundo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte das doenças da retina pode evoluir de forma silenciosa. Esperar que os sintomas apareçam nem sempre é a melhor estratégia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Consultas oftalmológicas periódicas, especialmente para pessoas com fatores de risco, permitem identificar alterações precocemente e ampliar as possibilidades de tratamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A visão acompanha praticamente todos os momentos da vida. Cuidar da retina é uma forma de preservar essa experiência hoje e no futuro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/retina-o-que-e-quais-doencas-podem-afeta-la-e-quando-procurar-um-especialista/">Retina: o que é, quais doenças podem afetá-la e quando procurar um especialista</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Férias escolares: por que este pode ser o melhor momento para levar seu filho ao oftalmologista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2026 17:28:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidados]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Ocular Infantil]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Oftalmopediatria]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde ocular infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As férias escolares podem ser uma oportunidade para cuidar da saúde ocular das crianças sem interferir na rotina de estudos. Entenda por que esse período é indicado para realizar uma avaliação oftalmológica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">As férias escolares costumam ser associadas ao descanso, viagens e momentos em família. Mas esse período também pode ser uma excelente oportunidade para colocar alguns cuidados com a saúde em dia, incluindo a saúde dos olhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sem a rotina das aulas, provas e atividades extracurriculares, muitas famílias conseguem agendar consultas com mais tranquilidade. Além disso, caso seja necessário realizar exames complementares ou iniciar o uso de óculos, a criança terá tempo para se adaptar antes do retorno às aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto importante é que nem sempre as crianças conseguem perceber ou comunicar dificuldades para enxergar. Em muitos casos, alterações visuais passam despercebidas e só são identificadas quando começam a interferir no aprendizado, na leitura ou nas atividades do dia a dia.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que as férias escolares são um bom momento para uma avaliação oftalmológica?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As férias escolares costumam ser um período favorável para realizar uma consulta oftalmológica infantil porque permitem que a criança seja avaliada com tranquilidade, sem prejuízo da rotina escolar e com tempo para a realização de exames, quando necessários.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso o oftalmologista identifique alguma alteração visual, esse período também facilita a adaptação a novos óculos ou ao tratamento indicado antes do início do próximo semestre letivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, os pais conseguem acompanhar a consulta com mais calma, esclarecer dúvidas e observar melhor o comportamento visual dos filhos durante as férias.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crianças precisam passar por avaliação mesmo sem apresentar sintomas?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim. Algumas alterações na visão podem evoluir sem que a criança perceba ou consiga explicar o que está acontecendo. Por isso, consultas preventivas são importantes mesmo quando não há queixas aparentes.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">É comum que crianças se adaptem às limitações visuais e acreditem que enxergar daquela maneira seja normal. Muitas vezes, apenas durante uma avaliação oftalmológica é possível identificar alterações que ainda não provocaram sintomas evidentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quanto mais cedo essas alterações são identificadas, maiores são as possibilidades de acompanhamento adequado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais sinais merecem atenção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns comportamentos podem indicar que a criança precisa de uma avaliação oftalmológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>aproximar-se muito da televisão, do celular ou dos livros;</li>



<li>dificuldade para enxergar a lousa na escola;</li>



<li>dores de cabeça frequentes após atividades de leitura;</li>



<li>coçar os olhos constantemente;</li>



<li>sensibilidade excessiva à luz;</li>



<li>fechar um dos olhos para enxergar melhor;</li>



<li>baixo rendimento escolar associado à dificuldade visual.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A presença desses sinais não significa, necessariamente, que exista uma doença ocular, mas indica a importância de uma avaliação especializada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feita a avaliação oftalmológica infantil?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta oftalmológica é adaptada à idade e às necessidades de cada criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a avaliação, o médico pode realizar testes para verificar a acuidade visual, observar o desenvolvimento dos olhos e identificar alterações que possam comprometer a visão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando necessário, também podem ser indicados exames complementares para uma investigação mais detalhada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Existe uma idade certa para levar a criança ao oftalmologista?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A recomendação pode variar conforme cada caso e deve considerar fatores como histórico familiar, orientação do pediatra e desenvolvimento da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo na ausência de sintomas, avaliações oftalmológicas ao longo da infância são importantes para acompanhar o desenvolvimento visual e identificar alterações precocemente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A visão influencia o aprendizado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim. A visão participa diretamente de atividades como leitura, escrita, interpretação de imagens e concentração. Alterações visuais podem dificultar o processo de aprendizagem quando não são identificadas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre a criança consegue relacionar essas dificuldades à visão. Em alguns casos, pais e professores percebem apenas mudanças no rendimento escolar ou na atenção durante as aulas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, cuidar da saúde ocular também faz parte do desenvolvimento infantil.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando procurar um oftalmologista antes mesmo das férias?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas situações merecem avaliação independentemente da época do ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Procure orientação quando a criança apresentar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>queixas frequentes sobre dificuldade para enxergar;</li>



<li>dores de cabeça recorrentes;</li>



<li>estrabismo;</li>



<li>hábito frequente de coçar os olhos;</li>



<li>histórico familiar de doenças oculares;</li>



<li>qualquer mudança percebida na qualidade da visão.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, não é necessário esperar o período de férias para buscar atendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aproveitar as férias também é cuidar da saúde</h2>



<p class="wp-block-paragraph">As férias representam uma pausa na rotina, mas também podem ser um momento para investir em cuidados que fazem diferença no dia a dia da criança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma avaliação oftalmológica preventiva contribui para identificar alterações precocemente e permite que o próximo semestre escolar comece com mais conforto visual, segurança e qualidade de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Perguntas frequentes</h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Com que idade a criança deve fazer a primeira consulta oftalmológica?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A idade pode variar conforme orientação do pediatra e do oftalmologista, além da presença de fatores de risco ou alterações percebidas pelos pais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Criança que não reclama da visão também precisa de avaliação?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Algumas alterações visuais não provocam sintomas evidentes e só são identificadas durante a consulta oftalmológica.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Dificuldade escolar pode estar relacionada à visão?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode. Alterações visuais podem interferir na leitura, na escrita, na atenção e no aprendizado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O uso de telas pode causar cansaço visual nas crianças?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso prolongado de telas pode provocar desconforto visual, principalmente quando realizado sem pausas ou em ambientes inadequados.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>É melhor fazer exame de vista durante as férias?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As férias costumam facilitar o agendamento de consultas e oferecem mais tempo para realizar exames e adaptar-se a eventuais tratamentos antes do retorno às aulas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Cuidar da visão para a volta às aulas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se faz algum tempo que seu filho não realiza uma avaliação oftalmológica, as férias escolares podem ser uma boa oportunidade para incluir esse cuidado na rotina da família. A prevenção continua sendo uma das melhores formas de acompanhar o desenvolvimento da visão ao longo da infância.</p>
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		<title>HORM abre novas oportunidades de trabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:13:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital de Olhos Rui Marinho]]></category>
		<category><![CDATA[vagas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hospital está com vagas abertas para as áreas de exames, farmácia hospitalar e atendimento, reforçando seu compromisso com a excelência no cuidado à saúde ocular.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM) está com novas oportunidades para profissionais que desejam fazer parte de uma instituição que une conhecimento técnico, trabalho em equipe e compromisso com a qualidade da assistência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As vagas contemplam diferentes áreas do hospital e refletem o crescimento contínuo da instituição, que busca pessoas comprometidas em contribuir para uma experiência segura, acolhedora e eficiente em cada etapa da jornada do paciente.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Vagas disponíveis</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Técnico de Exames (CLT)</strong></li>



<li><strong>Estagiário de Farmácia Hospitalar</strong></li>



<li><strong>Atendente de Call Center (CLT)</strong></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">As oportunidades oferecem benefícios compatíveis com cada modalidade de contratação e a possibilidade de desenvolvimento profissional em uma instituição referência em oftalmologia em Belo Horizonte.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como se candidatar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Acesse <strong>hospitalruimarinho.com.br/vagas</strong> para conferir os requisitos, benefícios e demais informações de cada oportunidade em nossa plataforma oficial de recrutamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se você conhece alguém com o perfil de uma dessas vagas, compartilhe esta oportunidade.</p>



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			</item>
		<item>
		<title>Ceratocone: respostas para as perguntas mais frequentes</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/ceratocone-respostas-para-as-perguntas-mais-frequentes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 11:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ceratocone]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[junho violeta]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ceratocone é uma condição que afeta a córnea e pode impactar a qualidade da visão. Entenda os principais sintomas, formas de diagnóstico, opções de tratamento e as dúvidas mais comuns sobre o tema.</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/ceratocone-respostas-para-as-perguntas-mais-frequentes/">Ceratocone: respostas para as perguntas mais frequentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Receber o diagnóstico de ceratocone, ouvir esse nome pela primeira vez durante uma consulta ou perceber mudanças na qualidade da visão costuma gerar muitas dúvidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é ceratocone? Como ele afeta os olhos? Existe tratamento? Todas as pessoas precisam passar por cirurgia? Quais sinais merecem atenção?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o Junho Violeta, mês dedicado à conscientização sobre essa condição, reunimos respostas para algumas das perguntas mais frequentes sobre o tema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender melhor o ceratocone é um passo importante para buscar orientação adequada, acompanhar a saúde ocular e tomar decisões mais conscientes sobre o cuidado com a visão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que é ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ceratocone é uma condição que provoca alterações progressivas na estrutura da córnea, a camada transparente localizada na parte anterior do olho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com essa alteração, a córnea pode ficar mais fina e apresentar mudança em sua curvatura, adquirindo um formato mais semelhante a um cone.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Definição direta:</strong> O ceratocone é uma doença ocular que altera o formato da córnea e pode causar distorções na visão devido à mudança da sua estrutura natural.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essas alterações podem interferir na forma como a luz entra no olho, afetando a qualidade da visão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais são os sintomas do ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os sintomas podem variar conforme o estágio da condição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os sinais mais comuns estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>visão embaçada</li>



<li>visão distorcida</li>



<li>aumento frequente do grau dos óculos</li>



<li>dificuldade para enxergar à noite</li>



<li>sensibilidade à luz</li>



<li>dificuldade para alcançar boa visão mesmo usando óculos</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Como alguns sintomas podem ser confundidos com outras alterações visuais, a avaliação oftalmológica é fundamental para identificar a causa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que causa o ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ceratocone possui origem multifatorial. Isso significa que diferentes fatores podem estar relacionados ao seu desenvolvimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>predisposição genética</li>



<li>histórico familiar</li>



<li>alterações estruturais da córnea</li>



<li>alergias oculares associadas à coceira frequente</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Ter um fator associado não significa que a pessoa necessariamente desenvolverá ceratocone, mas indica a importância da atenção aos sinais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Coçar os olhos pode causar ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre coçar os olhos e o ceratocone é um dos principais temas abordados no Junho Violeta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fricção frequente e intensa dos olhos é considerada um fator associado à progressão do ceratocone, especialmente em pessoas com predisposição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento repetitivo pode gerar impacto sobre uma córnea mais vulnerável, favorecendo alterações estruturais ao longo do tempo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sentir coceira frequente nos olhos não deve ser visto como algo normal. O ideal é investigar a causa do desconforto, não apenas repetir o hábito de coçar.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Como saber se é ceratocone ou apenas astigmatismo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma dúvida comum porque alguns sintomas podem parecer semelhantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O astigmatismo comum está relacionado a alterações na curvatura da córnea que, muitas vezes, podem ser corrigidas com óculos ou lentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o ceratocone envolve uma alteração estrutural maior e progressiva da córnea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A confirmação depende da avaliação oftalmológica e de exames específicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais exames ajudam a diagnosticar o ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico do ceratocone envolve avaliação médica e exames capazes de analisar a estrutura da córnea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Topografia de córnea</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Avalia o formato e a curvatura da superfície corneana.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Tomografia de córnea</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Permite uma análise mais detalhada da estrutura da córnea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses exames ajudam a identificar alterações que podem não ser percebidas apenas pelos sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Ceratocone tem cura?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O ceratocone não possui cura no sentido de fazer a córnea voltar naturalmente ao seu formato original.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No entanto, existem formas de acompanhamento e tratamento que podem controlar a evolução da doença e melhorar a qualidade visual, dependendo de cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como é feito o tratamento do ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O tratamento depende do estágio da doença e das características individuais do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As possibilidades podem incluir:</p>



<h3 class="wp-block-heading">Óculos</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Podem auxiliar na correção visual em casos iniciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Lentes de contato especiais</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Podem melhorar a qualidade da visão quando os óculos não oferecem resultado suficiente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Crosslinking</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Procedimento utilizado com objetivo de aumentar a resistência da córnea e reduzir a progressão do ceratocone em casos indicados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Anel intracorneano (Anel de Ferrara)</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode ajudar a melhorar a regularidade da córnea e a qualidade visual em determinados pacientes.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Transplante de córnea</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Indicado para casos específicos, geralmente mais avançados.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Toda pessoa com ceratocone precisa operar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A necessidade de cirurgia depende de fatores como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estágio do ceratocone</li>



<li>idade</li>



<li>evolução da condição</li>



<li>qualidade da visão</li>



<li>resposta a outras alternativas</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Cada caso precisa ser avaliado individualmente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Crianças e adolescentes podem ter ceratocone?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ceratocone costuma surgir principalmente na adolescência ou início da vida adulta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pais e responsáveis devem observar sinais como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>coçar os olhos com frequência</li>



<li>dificuldade para enxergar</li>



<li>aproximação excessiva de telas ou objetos</li>



<li>mudanças frequentes no grau dos óculos</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Onde tratar ceratocone em Belo Horizonte?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento do ceratocone deve ser realizado com avaliação oftalmológica especializada e exames adequados para compreender cada caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Belo Horizonte, pacientes que buscam avaliação para ceratocone devem procurar estrutura capaz de realizar diagnóstico, acompanhamento e orientação sobre as possibilidades disponíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM)</strong>, o cuidado com doenças da córnea reúne tecnologia, experiência médica e acompanhamento individualizado.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/06/og-01.webp"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="900" height="473" src="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/06/og-01.webp" alt="" class="wp-image-25722" srcset="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/06/og-01.webp 900w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/06/og-01-300x158.webp 300w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/06/og-01-768x404.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></a></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-black-color has-text-color has-background has-link-color wp-elements-0d2048972a65e3f07c256fc6c043ed63" style="background-color:#a3cce5">Perguntas frequentes sobre ceratocone</h2>



<h3 class="wp-block-heading">Ceratocone passa sozinho?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O ceratocone não costuma regredir espontaneamente e precisa de acompanhamento oftalmológico.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem tem ceratocone pode dirigir?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Depende da qualidade visual de cada paciente e deve ser avaliado individualmente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ceratocone sempre piora?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nem sempre. A evolução varia de pessoa para pessoa e pode ser acompanhada pelo oftalmologista.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Esfregar os olhos uma vez causa ceratocone?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A preocupação está relacionada principalmente ao hábito frequente e intenso de coçar os olhos.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Ceratocone é hereditário?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pode existir influência genética, e pessoas com histórico familiar devem ter atenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O cuidado e a informação devem continuar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Junho Violeta reforça uma mensagem importante: <strong>informação e acompanhamento fazem diferença no cuidado com a visão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Identificar alterações no momento adequado permite compreender melhor cada caso e definir os caminhos de cuidado mais indicados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No HORM, unimos e<strong>xperiência, tecnologia e atenção individualizada</strong> para cuidar da saúde ocular com <strong>clareza e segurança.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>HORM</strong> — <strong>Cuidado que se vê</strong></p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/ceratocone-respostas-para-as-perguntas-mais-frequentes/">Ceratocone: respostas para as perguntas mais frequentes</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Dra. Denise Pardini Marinho apresenta tema de pesquisa em simpósio internacional de oftalmologia</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/dra-denise-pardini-marinho-apresenta-tema-de-pesquisa-em-simposio-internacional-de-oftalmologia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 17:47:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[dra denise]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Retina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diretora Executiva do HORM ministrou aula sobre técnica relacionada à sua pesquisa de doutorado durante o XXXII Simpósio Internacional de Oftalmologia da Santa Casa de São Paulo.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A atualização constante e a participação ativa na produção e compartilhamento de conhecimento fazem parte da evolução da medicina. Recentemente, a <strong><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/denise-pardini-marinho/" type="medicos" id="23980">Dra. Denise Pardini Marinho</a></strong>, Diretora Executiva do HORM (Hospital de Olhos Rui Marinho), participou do <strong><a href="https://simposio.oftalmosantacasa.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">XXXII Simpósio Internacional de Oftalmologia</a></strong> da Santa Casa de São Paulo, um dos tradicionais encontros da especialidade no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento, a médica ministrou uma aula na sessão dedicada à <strong>Retina</strong>, abordando a <em>correção da afacia com implantes secundários</em>, com destaque para a técnica de <em>fixação escleral de lente intraocular de quatro apoios com fio de Gore-Tex</em>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema integra sua pesquisa de doutorado e está relacionado ao desenvolvimento e aperfeiçoamento de abordagens utilizadas em situações oftalmológicas complexas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação em congressos e simpósios científicos representa uma oportunidade importante para a troca de experiências entre especialistas, discussão de evidências e atualização sobre avanços que impactam a prática médica.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa e prática clínica</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Especialista em Retina e Vítreo, a Dra. Denise alia sua atuação clínica e cirúrgica à dedicação à pesquisa acadêmica. A apresentação do tema em um evento de alcance nacional evidencia a importância da integração entre ciência, formação continuada e assistência à saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A troca de conhecimento entre especialistas é parte importante da evolução da oftalmologia. Participar de espaços dedicados ao ensino, à pesquisa e à discussão científica contribui para manter a prática médica alinhada aos avanços da especialidade e às necessidades dos pacientes.</p>
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		<item>
		<title>Maio Verde: por que o cuidado contínuo com a visão faz diferença na identificação e no controle do glaucoma</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/maio-verde-por-que-o-cuidado-continuo-com-a-visao-faz-diferenca-na-identificacao-e-no-controle-do-glaucoma/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 14:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[diagnóstico]]></category>
		<category><![CDATA[glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[HORM]]></category>
		<category><![CDATA[maio verde]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O glaucoma pode evoluir de forma silenciosa ao longo do tempo. O Maio Verde reforça que informação, acompanhamento e avaliação oftalmológica têm papel importante na identificação e no controle da doença.</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/maio-verde-por-que-o-cuidado-continuo-com-a-visao-faz-diferenca-na-identificacao-e-no-controle-do-glaucoma/">Maio Verde: por que o cuidado contínuo com a visão faz diferença na identificação e no controle do glaucoma</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do mês de maio, o movimenro  “<strong>Maio Verde”</strong> amplia a atenção para um tema que exige cuidado contínuo: <strong>o <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/servicos/especialidades/glaucoma/" type="servicos" id="24278">Glaucoma</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma condição que pode evoluir de forma silenciosa, muitas vezes sem sinais evidentes nas fases iniciais. Por isso, o acompanhamento da saúde ocular não está ligado apenas à presença de sintomas, mas também à informação, à rotina de exames e à observação de fatores de risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No encerramento da campanha, permanece uma mensagem importante: cuidar da visão ao longo do tempo pode fazer diferença na identificação e no controle de alterações que merecem atenção.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o Maio Verde reforça sobre o glaucoma</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/maio-verde-por-que-o-glaucoma-exige-atencao-mesmo-sem-sintomas/" type="post" id="25604">Maio Verde</a></strong> é uma campanha voltada à conscientização sobre o glaucoma e à importância da atenção contínua à saúde ocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo desse período, instituições de saúde reforçam a necessidade de ampliar o conhecimento sobre fatores de risco, avaliação oftalmológica e acompanhamento adequado.</p>



<p class="has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#7ec897"><strong>Definição direta:</strong> O glaucoma é uma condição ocular que pode afetar o nervo óptico e comprometer a visão de forma progressiva, muitas vezes sem sintomas iniciais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que o cuidado contínuo com a visão faz diferença?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O glaucoma não costuma ser identificado apenas pela percepção do paciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em muitos casos, alterações visuais podem evoluir de forma gradual e silenciosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cuidado contínuo ajuda a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acompanhar mudanças na saúde ocular</li>



<li>observar fatores de risco</li>



<li>avaliar a pressão ocular</li>



<li>identificar alterações precocemente</li>



<li>orientar decisões clínicas com mais segurança</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">O glaucoma pode surgir sem sinais evidentes?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma das características que tornam o glaucoma um tema importante dentro da oftalmologia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos estágios iniciais, muitas pessoas não sentem dor, não percebem alterações visuais claras e mantêm a rotina normalmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a ausência de sintomas não significa ausência de risco.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem deve ter mais atenção ao glaucoma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns grupos merecem acompanhamento mais regular, especialmente quando há fatores associados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre eles:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>histórico familiar de glaucoma</li>



<li>idade acima de 40 anos</li>



<li>pressão ocular elevada</li>



<li>algumas condições sistêmicas</li>



<li>uso prolongado de corticoides</li>



<li>alterações prévias no nervo óptico</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Quem tem histórico familiar de glaucoma deve investigar?&nbsp;</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com familiares diagnosticados podem ter maior risco e devem manter avaliação oftalmológica regular.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual é a relação entre pressão ocular e glaucoma?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A pressão ocular é um dos pontos observados durante a avaliação oftalmológica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não define, sozinha, o diagnóstico de glaucoma, mas pode indicar necessidade de investigação mais cuidadosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a análise clínica considera o contexto de cada paciente e outros exames complementares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a avaliação oftalmológica ajuda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O acompanhamento pode incluir diferentes etapas, conforme a necessidade clínica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre elas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>medição da pressão intraocular</li>



<li>avaliação do nervo óptico</li>



<li>exames de imagem</li>



<li>campo visual</li>



<li>análise do histórico clínico</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essa combinação permite observar mudanças ao longo do tempo e acompanhar a saúde ocular com mais precisão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Onde avaliar glaucoma em Belo Horizonte?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação do glaucoma deve ser realizada em serviços oftalmológicos com estrutura adequada para investigação e acompanhamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em <strong>Belo Horizonte</strong>, o cuidado com a saúde ocular envolve consulta especializada, exames e análise individualizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No <strong>Hospital de Olhos Rui Marinho (HORM)</strong>, o acompanhamento considera histórico clínico, fatores de risco e evolução de cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Maio termina e o cuidado deve continuar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Campanhas de saúde cumprem um papel importante ao ampliar informação e conscientização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas o principal valor do movimento <strong>Maio Verde</strong> está na <strong>continuidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A atenção à visão não deve acontecer apenas durante uma campanha, mas ao longo da rotina de cuidado com a saúde, a vida toda!</p>



<p class="wp-block-paragraph">Porque o primeiro passo não é o diagnóstico. É a <strong>informação</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading has-background" style="background-color:#7ec897">Perguntas frequentes sobre glaucoma</h2>



<h3 class="wp-block-heading">O glaucoma pode não apresentar sintomas no início?</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sim</strong>. Em muitos casos, o glaucoma evolui sem sinais evidentes nas fases iniciais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pressão ocular alta sempre significa glaucoma?</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não</strong>. A pressão ocular elevada é um fator de risco importante, mas o diagnóstico depende de avaliação completa.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quem deve investigar glaucoma com mais atenção?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com histórico familiar, idade acima de 40 anos, pressão ocular elevada ou outros fatores associados.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Onde avaliar glaucoma em Belo Horizonte?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A avaliação deve ser feita em serviços oftalmológicos com estrutura adequada e acompanhamento especializado.</p>
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		<title>Fatores de risco para glaucoma: quem precisa ter mais atenção</title>
		<link>https://hospitalruimarinho.com.br/fatores-de-risco-para-glaucoma-quem-precisa-ter-mais-atencao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 15:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças oculares]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Visão e Qualidade de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[maio verde]]></category>
		<category><![CDATA[oftalmologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nem todas as pessoas têm o mesmo risco de desenvolver glaucoma. Conhecer os fatores de risco ajuda a orientar o acompanhamento adequado e a cuidar da visão com mais segurança.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nem todo mundo tem o mesmo risco quando o assunto é <strong>saúde ocular</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/servicos/especialidades/glaucoma/" type="servicos" id="24278">glaucoma</a>, entender os fatores de risco é uma das formas mais importantes de orientar o cuidado e a prevenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa antecipar um diagnóstico, mas ajuda a identificar quem deve acompanhar a visão com mais atenção ao longo do tempo.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="900" height="473" src="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/05/OG-IMAGE.webp" alt="" class="wp-image-25693" srcset="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/05/OG-IMAGE.webp 900w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/05/OG-IMAGE-300x158.webp 300w, https://hospitalruimarinho.com.br/horm/wp-content/uploads/2026/05/OG-IMAGE-768x404.webp 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">O que são fatores de risco</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fatores de risco são condições ou características que aumentam a probabilidade de desenvolver uma determinada doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No glaucoma, eles ajudam o oftalmologista a identificar pacientes que precisam de acompanhamento mais próximo, mesmo quando não apresentam sintomas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Histórico familiar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O histórico familiar é um dos <strong>principais fatores de risco para glaucoma.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas que têm parentes próximos com a doença precisam ter atenção redobrada, já que existe uma predisposição maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses casos, a avaliação oftalmológica regular se torna ainda mais importante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Idade</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O glaucoma pode aparecer em qualquer idade, <strong>mas</strong> o risco de desenvolvê-lo <strong>aumenta com a idade</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir dos 40 anos, a recomendação é manter um acompanhamento mais frequente, <strong>mesmo que não haja sintomas.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cuidado ajuda a identificar alterações precocemente.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pressão ocular elevada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/ultrabiomicroscopia-ocular-ubm/" type="post" id="25280">pressão intraocular elevada</a></strong> é um dos fatores mais conhecidos quando se fala em glaucoma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela não determina, por si só, a presença da doença, mas pode indicar um risco maior e a necessidade de acompanhamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Doenças associadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Algumas condições de saúde podem estar relacionadas a um risco maior de alterações oculares, incluindo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>diabetes</li>



<li>hipertensão</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas doenças exigem acompanhamento regular, não apenas por seus efeitos gerais, mas também pelo impacto na saúde dos olhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uso prolongado de corticoides</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O uso prolongado de medicamentos à base de corticoides pode influenciar a pressão ocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, pacientes que utilizam esse tipo de medicação por qualquer via por períodos mais longos devem ser acompanhados por um oftalmologista.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Miopia elevada</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas com alto grau de miopia podem apresentar maior risco para algumas alterações oculares, incluindo aquelas relacionadas ao glaucoma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é mais um motivo para manter avaliações regulares.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Alterações prévias no nervo óptico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando o oftalmologista identifica alterações no nervo óptico, o acompanhamento se torna essencial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo sem sintomas, essas alterações podem indicar necessidade de monitoramento mais próximo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem deve investigar com mais atenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A investigação do glaucoma deve ser mais frequente para pessoas que apresentam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>histórico familiar da doença</li>



<li>idade acima de 40 anos</li>



<li>pressão ocular elevada</li>



<li>doenças como diabetes e hipertensão</li>



<li>uso prolongado de corticoides</li>



<li>miopia elevada</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Se você se identifica com algum desses fatores, vale incluir a avaliação oftalmológica na rotina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Fator de risco NÃO é diagnóstico</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ter fatores de risco <strong>não significa que a pessoa terá glaucoma.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas significa que ela deve <strong>acompanhar sua saúde ocular com mais atenção e regularidade.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença é importante para evitar tanto o descuido quanto a preocupação excessiva.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A importância da prevenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O glaucoma pode evoluir sem sintomas, especialmente nos estágios iniciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, conhecer os fatores de risco ajuda a antecipar o cuidado e a evitar diagnósticos tardios.</p>



<p class="has-background wp-block-paragraph" style="background-color:#7bafd4"><strong>Para lembrar</strong><br><br><strong>Cada pesso</strong>a tem um perfil de risco diferente. Entender esses fatores é uma forma de tomar decisões mais conscientes sobre a saúde dos olhos e manter o acompanhamento adequado.</p>
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		<title>Equipe Médica do HORM marca presença no BRASCRS 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Comunicação HORM]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2026 23:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[BRASCRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[congresso]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Médicos do Hospital de Olhos Rui Marinho participaram de um dos mais relevantes congressos de catarata e cirurgia refrativa do mundo.</p>
<p>O post <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/equipe-medica-do-horm-marca-presenca-no-brascrs-2026/">Equipe Médica do HORM marca presença no BRASCRS 2026</a> apareceu primeiro em <a href="https://hospitalruimarinho.com.br">HORM - Hospital de Olhos Rui Marinho</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A oftalmologia vive um dos períodos de maior evolução tecnológica e científica da medicina. Novas lentes intraoculares, avanços em equipamentos cirúrgicos, exames diagnósticos mais precisos e técnicas cada vez mais sofisticadas transformam continuamente a forma como os tratamentos são realizados e como os resultados visuais são alcançados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse cenário, a atualização constante do corpo clínico se torna parte essencial da construção de uma medicina alinhada às transformações da especialidade e às necessidades atuais dos pacientes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os dias 13 e 16 de maio, os médicos <strong><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/marcos-vianello/" type="medicos" id="24005">Dr. Marcos Vianello</a></strong>, <strong><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/leonardo-pericles-medeiros-de-araujo/" type="medicos" id="23997">Dr. Leonardo Péricles</a></strong> e <strong><a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/luis-fernando-resende-da-silva-nominato/" type="medicos" id="23990">Dr. Luis Fernando Nominato</a></strong> participaram do <strong><a href="https://brascrs2026.com.br/">BRASCRS 2026 — XXXIII Congresso de Catarata e Cirurgia Refrativa</a></strong>, realizado em São Paulo. </p>



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<p class="wp-block-paragraph">O evento é reconhecido como um dos maiores encontros da oftalmologia mundial, reunindo especialistas nacionais e internacionais para debates científicos, apresentação de pesquisas, novas tecnologias e tendências que impactam diretamente a prática clínica e cirúrgica da especialidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Excelência</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para a diretora do Hospital de Olhos Rui Marinho, <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/medicos/denise-pardini-marinho/" type="medicos" id="23980"><strong>Dra. Denise Pardini Marinho</strong></a>, participar de congressos científicos faz parte de um processo contínuo de desenvolvimento profissional e aprimoramento técnico. “<em>A área de <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/servicos/especialidades/catarata/" type="servicos" id="24286">catarata</a> e <a href="https://hospitalruimarinho.com.br/horm/servicos/especialidades/cirurgia-refrativa/" type="servicos" id="24275">cirurgia refrativa</a> está em pleno desenvolvimento, exigindo constante reciclagem do conhecimento. Participar de congressos médicos é fundamental para manter o corpo clínico atualizado com as melhores práticas e tecnologias</em>”, destaca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a médica, esse movimento acompanha uma visão institucional que valoriza a busca permanente por excelência. “<em>O hospital valoriza manter seu corpo clínico entre os maiores especialistas do país para garantir qualidade, inovação e confiança aos pacientes</em>”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o Dr. Marcos Vianello, o BRASCRS representa hoje um dos principais ambientes de atualização científica da oftalmologia mundial. “<em>O Congresso da BRASCRS é um dos maiores e melhores congressos de catarata do mundo, contando com a presença de grandes nomes mundiais e nacionais</em>”, ressalta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele destaca ainda que, além das discussões sobre técnicas cirúrgicas, exames pré-operatórios e doenças oculares associadas, o congresso também apresentou importantes avanços tecnológicos voltados à oftalmologia contemporânea. “<em>Neste ano, pudemos participar do lançamento de novas tecnologias de lentes intraoculares, aparelhos de facoemulsificação, microscópios cirúrgicos e aparelhos diagnósticos.</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Dr. Luis Fernando Nominato também reforça o impacto direto que congressos científicos exercem sobre a prática médica e a experiência dos pacientes. “<em>Congressos como o BRASCRS são fundamentais para que o oftalmologista acompanhe os avanços mais recentes da especialidade. Novas tecnologias, técnicas cirúrgicas e estudos científicos discutidos nesses encontros ajudam a tornar os tratamentos cada vez mais seguros, precisos e personalizados.</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pare ele, a atualização contínua vai além da teoria e influencia diretamente a rotina assistencial. “<em>Essa atualização constante impacta diretamente a qualidade do atendimento e os resultados oferecidos aos pacientes no dia a dia.</em>”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da programação científica, o BRASCRS promove intercâmbio de experiências entre especialistas, apresentação de estudos recentes, demonstrações de novas tecnologias e discussões sobre os próximos caminhos da oftalmologia moderna.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Sobre o BRASCRS 2026</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>BRASCRS 2026 — XXXIII Congresso de Catarata e Cirurgia</strong> Refrativa foi realizado entre os dias 13 e 16 de maio, no Transamerica Expo Center, em São Paulo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento é promovido pela <strong><a href="https://brascrs.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABCCR/BRASCRS</a></strong> e é considerado um dos mais importantes congressos de catarata e cirurgia refrativa da América Latina, reunindo especialistas do Brasil e de diversos países para debates sobre inovação, tecnologia, técnicas cirúrgicas e avanços científicos da oftalmologia contemporânea.</p>
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