Blefarospasmo: Saiba o Que é

Você já ouviu falar em Blefarospasmo? Talvez não conheça essa doença pelo nome, mas já deve ter ouvido alguém falar quem tem um “tique” e por conta disso, pisca os olhos muito frequentemente.

Blefarospasmo nada mais é do que a terminologia adotada para caracterizar espasmos e contrações involuntárias dos músculos nas proximidades dos olhos. Essas contrações causam um piscar involuntário e constante e muitas vezes incontrolável. Não há causas definidas sobre o que causa essa doença, mas esse quadro é muito mais do que um simples cacoete.

Uma das causas apontadas que podem ter relação com o Blefarospasmo pode ser a exposição constante à computadores e outros tipos de telas e monitores, o que causa fadiga da visão. Por isso, para quem trabalha com o computador, sempre é adequado programar intervalos e vez ou outra, mudar o foco da visão por aproximadamente quinze minutos.

Outro fator associado ao Blefarospasmo é o estresse: A ansiedade gerada por ocasiões de grande pressão pode se tornar um gatilho para diversas alterações por todo o corpo e por isso, recomenda-se que situações familiares e profissionais que causam grande nível de estresse sejam resolvidas para que a ansiedade não traga sequelas ao corpo.

Por fim, acredita-se que há uma relação entre Blefarospasmo e o consumo de bebidas energéticas, como o café. A cafeína e o cigarro em excesso aceleram o ritmo de batimentos cardíacos com um todo e pode trazer complicações a todo o organismo.

O Blefarospasmo pode ainda não estar associado há nenhum desses quadros e sendo assim, é importante agendar uma consulta com seu oftalmologista de confiança para uma análise mais completa da situação.

Cuidados oculares na infância

É muito comum os pais levarem os filhos ao oftalmologista apenas quando eles apresentam alguma dificuldade de leitura em sala de aula. Porém o que poucos sabem é que os cuidados com a saúde ocular da criença deve começar logo após o seu nascimento, com o teste do olhinho.

Como nos primeiros anos de vida, as crianças já se interessam por equipamentos tecnológicos e possuem habilidades para usar, é fundamental estar atento ao uso desregrado das novas tecnologias evitando assim a exposição prolongada a aparelhos eletrônicos, como o computador, que pode gerar alguns sintomas, como olhos vermelhos e irritados, coceira e cansaço nos olhos, sensação de areia, olhos secos e vontade de piscar mais. Alguns cuidados fáceis, mas importantes, podem evitar tais sintomas, como fazer pausas de 1 a 5 minutos a cada hora em frente ao computador, afastar o foco de luz dos olhos, manter o brilho do computador baixo, deixar o ambiente claro, etc.

Mesmo que a criança não apresente nenhuma queixa, é importante que entre 0 e 2 anos ela visite seu oftalmopediatra ou oftalmologista de 6 em 6 meses. Acima dos 2 anos, uma vez ao ano já será suficiente. Porém destacamos em em caso especiais o ideal é seguir a frequência determinada pelo médico.
Na infância, o desenvolvimento do sistema visual alcançará a maturidade. Neste período costumam aparecer a miopia e o ceratocone. Quando chega a fase da adolescência, é preciso ter mais atenção, como o mau rendimento dos filhos na escola e as queixas de cansaço visual, visão embaçada, dores de cabeça, vista cansada, etc. Aqui também é preciso evitar longas exposições diante do computador, que pode prejudicar tanto os olhos como a circulação do corpo. Os adolescentes também costumam pegar muito sol e nem sempre acham importante usar óculos escuros, que protegem os olhos contra os raios ultravioleta.
E agora fica a pergunta: você já levou seu filho ao oftalmologista?

 

Fonte: CBO

 

Equipe Hospital de Olhos Rui Marinho

Entenda a diferença entre Pinguécula e Pterígio

Entenda a diferença entre Pinguécula e Pterígio

As pinguéculas e os pterígios são tipos de tumores que podem se formar no olho. Eles compartilham algumas semelhanças, mas também, existem notáveis diferenças entre estas duas doenças.

As pinguéculas e os pterígios são benignos e se desenvolvem perto da córnea. Ambos estão relacionados com a exposição ao sol, vento e outros elementos agressivos.

A pinguécula geralmente não precisa de qualquer tipo de tratamento, a menos que provoque desconforto. Se o olho doer, o médico pode prescrever uma pomada ou um colírio para aliviar a vermelhidão e irritação. Ma o paciente também pode pedir ao médico para remover cirurgicamente a pinguécula caso sua aparência incomode. Em alguns casos, a pinguécula talvez necessite ser removida. A cirurgia é considerada quando a pinguécula cresce sobre a córnea, pois isso pode afetar a visão,  causa desconforto extremo ao tentar usar lentes de contato ou está constante e intensamente inflamada, mesmo depois da aplicação de colírios ou pomadas.

No caso do Pterígio o tratamento pode ser cirúrgico nos casos em que o pterígio cresce ameaçando chegar a pupila, quando pela mudança na córnea leva a astigmatismos altos, nos casos de irritação frequente ou hiperemia (vermelhidão) constante em que haja motivação estética. Nos casos de menor sintomatologia ou pacientes muito jovens pode ser feito apenas acompanhamento clínico.

Mas como podemos nos prevenir contra a Pinguécula e Pterígio?

Quem passa muito tempo ao ar livre devido ao trabalho ou hobbies está mais propenso a desenvolver pinguéculas. No entanto, usar óculos escuros ao ar livre pode ajudar a prevenir estes tumores. O ideal é usar óculos de sol com um revestimento que bloqueia os raios UVA e UVB do sol. Os óculos de sol também ajudam a proteger os olhos contra o vento e outros elementos ao ar livre, tais como a areia. Manter os olhos hidratados com lágrimas artificiais também pode ajudar a prevenir pinguéculas. Recomenda-se também o uso de óculos de proteção ao trabalhar em um ambiente seco e empoeirado.

E lebre-se, visite seu oftalmologista com frequência!

25Fonte: http://pt.healthline.com/

Equipe Hospital de Olhos Rui Marinho

Saúde ocular no inverno

Saúde ocular no inverno

Com a chegada do inverno  é muito importante ter um cuidado redobrado com a saúde ocular, pois os dias frios e mais secos podem afetar e muito os nossos olhos. Confira alguns hábitos simples, mas que se realizados com frequência irão garantir nossa saúde ocular durante o inverno.

  1. Mantenha seus olhos hidratados

Durante o inverno, a tendência é que o ar fique mais seco. E esse cenário é um verdadeiro inimigo da saúde ocular. Se os olhos não recebem a devida hidratação, ficam vulneráveis a uma série de doenças oculares bastante graves. Consulte o seu oftalmologista para utilizar um método eficiente para manter seus olhos hidratados.

  1. Proteja-se contra os raios UV

Usar óculos de sol parece com algo típico do verão, mas precisa estar presente o ano todo. Afinal, o sol continua emitindo raios UV durante o inverno, então a proteção é igualmente importante nessa época do ano. Esses raios são capazes de danificar a sua saúde ocular, então não dispense a proteção quando for sair.

  1. Visite o oftalmologista regularmente

Não é porque esfriou que você pode abrir mão de dar continuidade ao seu acompanhamento oftalmológico. É recomendada uma consulta ao ano, mesmo que você não precise de tratamento ocular. Essa é a melhor forma de garantir que problemas oculares graves possam ser detectados a tempo de receberem o tratamento adequado.

Fonte: Portal da Oftalmologia

 

Equipe Hospital de Olhos Rui Marinho

A importância do “Teste do Olhinho”

bebê

O Teste do olhinho é um exame simples, rápido e indolor.

Ele consiste na identificação de um reflexo vermelho, que aparece quando um feixe de luz ilumina o olho do bebê. Para que este reflexo possa ser visto, é necessário que o eixo óptico esteja sem nenhum obstáculo à entrada e à saída de luz pela pupila.

O Teste do Olhinho é importante, pois através dele é possível detectar qualquer alteração que cause obstrução no eixo visual, como catarata, glaucoma congênito e outros problemas, que com a identificação precoce possibilita o tratamento no tempo certo e o desenvolvimento normal da visão.

Vale destacar que este exame foi instituído por lei e já vem sendo realizado em maternidades públicas e particulares até a alta do recém-nascido. Além disso, desde 2010, o seu pagamento por parte dos planos de saúde, tornou-se obrigatório segundo  a Agência Nacional de saúde Suplementar (ANS).

Aqui fica um alerta do Hospital de Olhos Rui Marinho: cuide da saúde ocular dos seus filhos. Caso ele não tenha feito o exame na maternidade, converse com o pediatra responsável na primeira consulta de acompanhamento de desenvolvimento do seu filho e lembrando que caso o exame detecte algo, procure um oftalmologista para que ele possa analisar o caso e determinar o melhor tratamento.

Fonte: Sociedade Brasileira de Pediatria

Equipe Hospital de Olhos Rui Marinho