Conjuntivite neonatal

Você sabia que secreções genitais da mãe podem infectar os olhos dos bebês durante o parto? Essa é uma das causas da conjuntivite neonatal, ela pode ser ligeira ou grave e geralmente produzir pus nos olhos do bebê. Existem três tipos de conjuntivite neonatal. A química, que apresenta sintomas após cem horas da aplicação do colírio de nitrato de prata. A gonocócica, que apresenta sintomas no terceiro dia após o nascimento e apresenta quadro de secreção abundante. E a terceira é a de inclusão, causada pela bactéria Clamydia, que ao contaminar as secreções genitais passa ao bebê na hora do parto. Geralmente os primeiros sintomas aparecem no sétimo dia após o nascimento e apresenta discreta secreção.

A bactéria que causa a última conjuntivite é considerada uma DST, portanto ressaltamos a importância da utilização de camisinha para evitar o contagio com essa bactéria.

É fundamental a consulta com um oftalmologista assim que percebido algum sintoma, só ele poderá indicar qual o melhor tratamento.

Fonte:  Revista Veja Bem

 

5 doenças oculares comuns na terceira idade

Com o envelhecimento, todo o nosso corpo sofre alterações, seja pelo anos ou pelos hábitos não saudáveis. Os olhos também sofrem essas alterações, e com a chegada da terceira idade aumentam a prevalência de problemas oculares. Abaixo vamos listas as 5 doenças mais comuns após os 60 anos.

Catarata

Sendo a principal causa de cegueira reversível no mundo, essa doença ocorre principalmente após os 50 anos. Com ela perde-se progressivamente a transparência do cristalino, o que deixa a visão mais turva. Acontece de forma natural, mas pode ser potencializada com doenças sistêmicas, como a diabetes, e com o uso de drogas, como anti-inflamatórios hormonais (corticoides).

Sintomas

Embaçamento visual que evolui até a perda total da visão.

Prevenção

Não há como prevenir a doença, uma vez que o diabetes e o fumo são causas secundarias da doença. Para adiar o aparecimento é fundamental manter uma dieta rica em alimentos antioxidantes e a proteção da radiação solar.

Glaucoma

Uma doença genética, que provoca a lesão do nervo ótico. Começa com uma perda progressiva da visão periférica a pode levar a cegueira irreversível, quando não tratada a tempo.

Sintomas

Com essa doença podemos perceber a importância da realização de exames periódicos, pois ela só apresenta sintomas nos casos agudos, que são fortes dores de cabeça, fotofobia, enjoo e dor ocular intensa. O cuidado deve ser redobrado com aqueles que possuem pressão intraocular alta. Se faz necessário um acompanhamento da aparência do nervo óptico e a realização do exame de campo de visão.

Prevenção

Para as pessoas que possuem caso de Glaucoma na família é fundamental a realização de consulta oftalmológica completa anual acima dos 45 anos, já os demais pacientes apenas acima dos 60.  Quando diagnostica é indicado a utilização de colírio especifico para impedir o avanço da doença.

Retinopatias

Essa doença provoca alterações nos vasos sanguíneos, e é intensificada quando o paciente também possui diabetes e hipertensão arterial. Ela causa deformações no percurso, extravasamento de liquido e até hemorragias.

Sintomas

Por se instalarem devagar, no início não possuem sintomas. Após algum tempo o embaçamento da vista se torna mais frequente e a diminuição da acuidade visual. Também podem ocorrer perdas de visão súbita, a impressão de “moscas voando” ou de flashes sendo disparados.

Prevenção

Por ser progressiva e ter relação com mais duas doenças, é fundamental o controle da glicemia e da pressão arterial.

Degeneração Macular Relacionada à idade (DMRI)

É a principal causa de cegueira em idosos. Ela consiste na degeneração da estrutura da parte posterior do olho, que é responsável pela visão central. Também ocorre por evolução de doenças sistêmicas e da exposição a medicamentos e saios solares.

Sintomas

Dificuldade na leitura, visão com linhas onduladas, pontos escuros ou espaços em branco, embaçamento da vista e distorção das formas. Começa de forma gradual, se detectada no início pode ser controlada. Mais comum em obesos, fumantes e brancos.

Prevenção

É fundamental manter uma dieta rica em alimentos com alto teor de ômega-3, e vegetais de folhas verdes. Também ajuda prevenir a doença manter hábitos saudáveis, como não fumar, praticar exercícios físicos, controlar o peso e a pressão arterial, e proteger-se da radiação solar.

Olho seco

Esse doença é crônica e se torna mais frequente após a menopausa, devido as mudanças hormonais. É causado pela diminuição da produção de lágrimas. Vários fatores interferem no aparecimento dessa condição:  Alterações senis na pálpebra, distúrbios sistema lacrimal, uso crônico de alguns medicamentos, tratamentos de quimioterapia ou radioterapia, exposição a poluição e clima seco, trauma como queimaduras, idade avançada, uso de lentes de contato, conjuntivite, pós-cirurgia refrativa, diabetes, turbeculose, leucemia e AIDS.

Sintomas

Ardor, queimação, irritação, sensação de areia e corpo estranho nos olhos, fotofobia, dificuldade para ficar em lugares com ar condicionado ou em frente do computador e olhos embaçados ao final do dia. Em casos mais graves podem evoluir para úlcera e perfuração da córnea.

Prevenção

Uso de lubrificantes em gotas, pomadas ou gel. Em alguns casos podem ser necessárias cirurgias corretivas, enxertos, suturas provisórias e definitivas

Como higienizar os olhos do bebê?

Como higienizar os olhos do bebê?

Os bebês são muito delicados e merecem uma atenção redobrada quando o assunto é cuiddado. Irritações, conjuntivite, inflamações são doenças que podem afetar adultos e bebês, mas no caso desses, como os olhinhos são muito delicados, muitas vezes, mães e pais ficam com medo de limpá-los. Mas é muito importante ter higiene com olhos desde cedo.

A falta de limpeza pode levar a infecções, como conjuntivites ou blefarites. Ambas trazem desconfortos aos bebês, como pálpebras vermelhas, coceira e secreção excessiva. Sendo assim, para evitar que isso aconteça, é preciso limpar os olhos do bebê na hora do banho, com algodão umedecido em água morna. Caso haja alguma secreção, fica mais fácil removê-la com uma gaze macia e dobrada ao meio.

Segundo a especialista, a água boricada deve ser evitada, pois pode provocar a formação de cristais e irritar ainda mais a área. O mesmo vale para o cotonete, já que um movimento brusco do bebê causa ferimentos. “Quanto ao colírio, este é um medicamento e não deve ser usado para fazer a higiene dos olhos do bebê.

Confira algumas dicas de como higienizar os olhos do seu bebê:

  • A limpeza dos olhos deve ser feita uma vez por dia, durante o banho. Para isso, antes de colocar o bebê na banheira, umedeça o algodão na água morna e passe da pálpebra em direção aos cílios. Troque o algodão antes de fazer a limpeza do outro olho.
  • Dentro da banheira, massageie a região que vai do canto interno do olho à narina com o seu dedo indicador, sempre de cima para baixo e fazendo uma ligeira pressão. Repita duas vezes de cada lado.

Faça limpeza uma vez por dia no banho

  • Na hora de enxugar os olhos, embrulhe o seu dedo indicador em uma toalha macia e pressione suavemente contra a pálpebra, sem esfregar

Além disso, não deixe de levar o seu bebê ao oftalmologista para que ele possa acompanhar a saúde ocular do seu filho.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/familia/materias

07 Dicas para cuidar dos seus olhos durante o verão

Evitar coçar e ter um colírio lubrificante sempre com você é essencial!

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Imagem: Reprodução Google Imagens

Pra quem curte calor, praia e piscina, o verão é sem dúvidas a estação mais esperada do ano, mas que também possuí os seus problemas. As altas temperaturas favorecem a multiplicação dos micro-organismos e epidemias de conjuntivite costumam acontecer. Não podemos esquecer os olhos vermelhos e irritados de quem vai se refrescar no mar ou piscinas, além disso, ainda temos pessoas que sofrem com a claridade. Mas não se preocupem, esses e outros desconfortos oculares podem ser evitados de formas bem simples. Confira nossas dicas.

  1. Banho de mar

A irritação mais frequente depois de um banho de mar é a nossa conhecidíssima conjuntivite. Recomenda-se usar colírio lubrificante ao sair do mar e não coçar os olhos, a fim de evitar lesões oculares. Se você usa lentes de contato, lembre-se de retirar antes de mergulhar. Elas podem se contaminar com a sujeira da água, o que favorece infecções.

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Imagem: Reprodução Google Imagens

2. Piscina

Elas parecem limpinhas, mas as piscinas são utilizadas por uma grande variedade de pessoas e ainda por cima recebem em seu tratamento diversos produtos químicos. As recomendações são parecidas com o banho de mar, tais como o colírio lubrificante após o uso da piscina, e se utiliza lentes de contato, não se esqueça de retirar antes do nadar.

 

Imagem: Reprodução Google Imagens

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Imagem: Reprodução Google Imagens

3. Sol forte

Óculos escuros, bonés, chapéus, e a famosa “sombrinha” serão os seus aliados. O importante é reduzir a entrada de luz nos olhos, promovendo o conforto para quem está em exposição ao sol.

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Imagem: Reprodução Google Imagens

4.Óculos Escuros

Invista em óculos de boa procedência. Eles devem ter filtros e proteção adequada contra os raios ultravioletas. Os óculos escuros reduzem a luminosidade e proporciona conforto aos nossos olhos.

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Imagem: Reprodução Google Imagens

5.Filtro Solar

Atenção ao passar o filtro solar. Este quando em contato com os olhos costuma causar ardência e irritação. Ao escolher o protetor solar, prefira versões mais concentradas e de boa qualidade. Se houver o contato com os olhos, lavar abundantemente com água corrente e aplicar colírio lubrificante. Será o suficiente para aliviar o desconforto.

6.Cisco

Sentiu um cisco no olho, segure-se! Evite ao máximo coçar os olhos, para evitar lesão na superfície ocular. Mas como eu devo proceder? Utilize um colírio lubrificante, e se por um acaso o problema não se resolver, procure um pronto-socorro para que um médico remova o cisco utilizando os materiais adequados e esterilizados.

7.Suor

O suor também pode promover irritações oculares. Uma das tarefas das nossas sombrancelhas é evitar que a água escorra para os olhos. Mas com o aumento do volume da transpiração, isso pode se tornar inevitável. Portanto, se esse é o seu caso, aposte nas faixas, toalhinhas ou até mesmo bonés, para evitar que o suor escorra para os olhos.

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Aproveite o verão com moderação.

Equipe Hospital de Olhos Rui Marinho

Conjuntivites e tempo seco

O tempo seco e a chegada do verão são sempre uma época de alerta a famosa conjuntivite. Podemos dizer que, a conjuntivite é uma doença oportunista, afetando em sua maioria pessoas com sistema imunológico baixo e deve ser tratada por um médico especialista. Os sintomas variam de acordo com o tipo da conjuntivite, e vamos falar hoje no blog um pouco mais sobre essa patologia.

A conjuntivite é uma inflamação da conjutiva, camada epitelial fina e transparente que cobre a parte branca dos olhos e as partes das pálpebras. Com uma grande variedade, as causas da conjuntivite podem ser por infecções (bacteriana, viral e outras), alérgica, irritações químicas, desordens cutâneas, uso de lentes de contato etc.

A mais famosa é aquela com o “olho avermelhado” que se refere a uma conjuntivite viral especifica e contagiosa. Fiquem ligados porque nem toda conjuntivite se apresenta “olhos vermelhos” e alguns tipos não são nem contagiosas, por exemplo, as químicas e alérgicas.

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Imagem: Reprodução Google Images

Como eu sei que estou com conjuntivite?

Os sinais e sintomas variam de acordo com o tipo específico da patologia, mas claro que, temos alguns sintomas comuns e que devemos ficar sempre de olho que são: hiperemia (vermelhidão) de um ou ambos os olhos, secreção (casos bacterianos: espessa, amarelada ou esverdeada). As virais nota-se aquosa ou mucoide. Alérgica: fluída, aquosa ou mucóide) e graus variados de prurido (especialmente nos casos alérgicos), queimação e embaçamento visual, especialmente quando a córnea é atingida (ceratoconjuntivite). As pálpebras podem estar acometidas (blefaroconjuntivite), podendo apresentar‑se bastante edemaciadas (inchadas).

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Imagem: Reprodução Google Images

Tratamentos

Devido a grande variedade de tipos específicos de conjuntivites, a melhor forma de tratar é procurar um médico oftalmologista para fazer uma boa avaliação e diagnóstico do seu caso e escolher o tratamento mais adequado à situação. Mas geralmente o tratamento baseia-se na utilização de colírios ou pomadas de antibióticos. Não custa lembrar que, um tratamento não adequado, ou sem orientação médica, pode causar sérios danos aos olhos.

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Equipe Hospital de Olhos Rui Marinho.